Este artigo, por exemplo, diz-nos que "o massacre na escola de Winnenden, perto de Estugarda, provocou um debate sobre a prevenção de crimes deste tipo, desde o uso de perfis psicológicos à lei das armas, do acesso a jogos de vídeo violentos ao estado geral das escolas."
C. Bradley Thompson, professor universitário no departamento de ciências políticas na universidade de Clemson, está convencido de que não estamos a ver o óbvio.
Num artigo intitulado Nossas Escolas Assassinas, diz o seguinte:
"Os tiroteios têm uma coisa em comum: todos eles ocorreram na escola. Os jovens não mataram ao fim de semana, não mataram depois das aulas, nem, por exemplo, no centro comercial. Então o que se está a passar? Porque é que os jovens estão cheios de raiva, e porque estão expressando essa raiva através de actos tão violentos?Que todos mataram na escola é um facto que merece reflexão. A explicação para todos estes tiroteios pode ser facilmente encontrada na destruição das mentes e espíritos dos jovens por estabelecimentos de ensino determinados a usar os nossos filhos como cobaias para as suas bizarras experiências de escolarização. A verdade inegável é que actualmente a grande maioria das escolas públicas são desertos morais e intelectuais.
O estabelecimento de ensino reage a esta crise transformando as escolas em algo que mais se assemelha a uma prisão do que a um ambiente de aprendizagem. Arame farpado, detectores de metal, cartões de identidade, circuito fechado de televisão, polícia e guardas são, hoje em dia, características comuns da escola. Pior ainda, o sistema escolar trata os nossos jovens da mesma forma que o sistema penal trata os prisioneiros. A maior parte das escolas funcionam como meros centros de supervisão para os adolescentes e as piores escolas como centros de detenção."


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