"Uma vez, um refugiado tibetano falou comigo acerca da escola chinesa que foi obrigado a frequentar quando jovem, ainda em crescimento, no Tibete. As manhãs eram dedicadas à doutrinação e ao estudo do "pequeno livro vermelho" do Presidente Mao. As tardes eram voltadas para a apresentação de vários trabalhos de casa, geralmente planeados de modo a erradicar do povo tibetano o espírito do budismo neles profundamente entranhado.Por exemplo, tendo conhecimento da proibição budista de matar e da crença de que todas as criaturas vivas também são "seres sencientes", um professor deu aos seus alunos a tarefa de matar uma coisa e trazê-la para a escola no dia seguinte. Os alunos recebiam notas. Cada animal morto recebia uma quantidade de pontos - uma mosca valia um ponto; uma minhoca, dois; um camundongo, cinco; um gato, dez; e assim por diante. (Recentemente, quando contei esta história a um amigo, ele abanou a cabeça com uma expressão de nojo e comentou: "Quantos pontos ganharia o aluno que matasse esse professor infame?")"


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