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terça-feira, 12 de maio de 2009

Ensino doméstico para crianças com deficiências

Mais um exemplo de tentativas de indevida interferência por parte de funcionários ignorantes do facto de que a prioridade do direito da escolha do género de educação a dar aos filhos pertence aos pais. A tradução é livre e o original está aqui.

"Trabalhadores sociais britânicos, através de uma lei que abranje negligência e abuso infantil, estão tentando proibir uma mãe de ensinar a sua filha deficiente em casa.

Grace Robertson tirou a filha Elysha, que tem uma doença tão rara que nem tem nome, da escola porque a filha não estava fazendo progresso.

O departamento dos serviços sociais, apoiado pela escola, diz que se Elysha for educada em casa ela poderá ficar isolada e sentir a falta da companhia das outras crianças. Agora, usando uma lei relativa ao abuso e negligência infantil, vão fazer uma conferência sobre este caso para investigar o futuro da educação de Elisha.

Aos 2 anos Elysha ficou doente com um problema semelhante à doença do neurônio motor, mas tão rara que nenhum médico do mundo conseguiu identificar. Embora a sua capacidade mental seja igual à de qualquer outra criança da sua idade, nestes últimos anos a doença tem-lhe roubado do uso da metade superior do seu corpo. Ela agora comunica com os pés e alimenta-se através de um tubo em seu estômago, e respira através de uma máscara especial à noite.

Os pais, que têm outra filha, Shannah, 11, foram avisados que têm de participar da conferência, ao abrigo da secção 47 da Children's Act 1989, que abrange as crianças que estão sofrendo ou em risco de vir a sofrer «danos significativos».

A mãe de Elysha disse: "Eu daria a minha vida pela minha filha e estou profundamente ressentida com a sugestão de que não estou fazendo o melhor para Elysha. E o uso desta lei, que parece estar a acusar-nos de maltratar e negligenciar a nossa filha, é insultuoso e ofensivo. Quero ensinar a minha filha em casa porque ela faz muito mais progresso em casa do que na escola onde andava."

A porta-voz da câmara de Rotherham disse que não podia comentar sobre casos individuais, mas que "geralmente a recomendação que sempre fazemos é que as crianças frequentem a escola pois a nossa posição é a de que a escola proporciona a melhor experiência educativa."

Mas os pais não se deixaram intimidar e não desistiram. Se quiserem ver o vídeo da entrevista que deram à BBC, onde dizem que estão sendo discriminados devido às deficiências da filha, cliquem aqui.

1 comentário:

Anónimo disse...

Não acredito que escola alguma dê uma educação bacana à um deficiente. É tudo balela; propaganda enganosa...
As crianças deficientes sofrem muito mais com preconceito e discriminação, do que são atendidas com tratamneto special.
Elas só levam o nome de special, mas não tem nd de especial.