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domingo, 2 de agosto de 2009

À defesa da aprendizagem autónoma

Jeremy Yallop, um pai-educador britânico, veio esta semana à defesa da abordagem autónoma (unschooling). Segue-se uma tradução bem livre de um trecho do seu artigo, que podem ler aqui.

"Alguns pais acreditam que os filhos devem ter a liberdade de seguir os seus próprios interesses ao seu próprio ritmo. Outros, pelos vistos, acham isto "esquisito" e preferem obrigá-los a aprender coisas que não lhes interessa a um ritmo fora do seu controlo.

De facto, os educadores autónomos (unschoolers) estão simplesmente praticando o que a maioria das pessoas instintivamente sabe: que a aprendizagem sem coerção é muito mais agradável e muito mais eficaz.

Qualquer professor sabe que é impossivel ensinar alunos desinteressados; qualquer pessoa que tenha um hobby sabe que a aprendizagem ocorre sem esforço e com alegria quando a motivação está engajada.

Essa aprendizagem pode envolver aulas formais, livros, conversas, experiências e quaisquer outras coisas que provem ser úteis. Extensas pesquisas por Alan Thomas e Harriet Pattison do Instituto de Educação de Londres demonstraram que a abordagem autónoma é "surpreendentemente eficaz".

Chris Ford, que está neste momento a completar um doutoramento em investigação biomédica, foi educado autonomamente desde que nasceu até aos 14 anos, quando foi à faculdade fazer os exames de entrada.

Alex Dowty, educado autonomamente desde os oito anos de idade, decidiu não fazer os exames do 11º e 12º anos e, em vez disso, inscreveu-se na Open University onde estudou Política e Humanidades, e acabou sendo convidado para estudar Direito em Oxford.

Conclusão? A educação autónoma não é um obstáculo a uma futura carreira."

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