Este blog partilha informação sobre o homeschooling e o unschooling - ensino doméstico ou educação domiciliar. Para navegarem o site, usem os links acima e, para os posts de 2011, o botão da pesquisa na barra direita. Facebook: Aprender Sem Escola Email: aprendersemescola@gmail.com

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ensino doméstico e necessidades educativas especiais



Olá! Eu sou Linda Woolridge, uma mãe-educadora. Já educo os meus filhos em casa há mais de 10 anos.

Sabiam que os professores de Thomas Edison disseram que ele era estúpido demais para frequentar a escola? A mãe não concordou e decidiu levá-lo para casa. Todos sabemos como essa estória terminou.

Há pais que têm filhos com necessidades especiais que não se dão bem no sistema escolar; querem educá-los em casa mas não sabem bem o que fazer ou como ingressar no ensino doméstico. (...)

Escolham o que funciona e ignorem o resto. Façam amizades com outras pessoas que têm filhos com as mesmas necessidades especiais que os vossos; podem saber de recursos que vocês desconhecem.

Se decidirem educá-los em casa, juntem-se a um grupo de apoio ao ensino doméstico: poderão encontrar outros pais que estão enfrentando os mesmos desafios e, se eles tiverem mais experiência, se os filhos deles forem mais velhos que os vossos, podem partilhar as coisas que já aprenderam.

Façam também pesquisas na internet. Há currículos que foram feitos especificamente para crianças com necessidades especiais e que podem ser úteis.

Além disso, há sítios que mostram diferentes métodos que podem utilisar. Uma escritora chamada Carol Barnier escreveu vários livros sobre como educar crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em casa.

Independentemente do vosso método de preferência, a educação domiciliar é uma viagem maravilhosa e os vossos filhos não fariam melhor do que em casa convosco.
E já que Linda Woolridge menciona o déficit de atenção e a hiperactividade, decidi embutir o vídeo seguinte para vos mostrar como, em casa, características consideradas problemáticas no contexto escolar podem ser usadas a favor da aprendizagem. Eis como Maya e Millian abordam a tabuada, aproveitando a necessidade natural de movimento para facilitar o processo da aprendizagem.




Termino este post pensando em Howard Gardner, inteligências multiplas e diferentes estilos de aprendizagem, perguntando a mim mesma: "qual será o efeito a curto, médio e longo prazo da frequência escolar nas crianças de grande inteligência físico-cinestésica (ou corporal) cujo estilo de aprendizagem é o cinestésico?"

Sem comentários: