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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Não ao ensino forçado, sim à liberdade de educação

COMBATE AO ENSINO FORÇADO!

Todos os anos, quantidades desconhecidas de crianças e jovens de ambos os sexos são forçados a ir para a escola contra sua vontade, muito frequentemente através do uso de violência, coersão e/ou chantagem emocional. E estes dados são apenas a ponta do iceberg. A presidente da Fundação Aprender em Liberdade (FAL), Paula Peck, considera que a extensão do problema é "enorme".

Ao contrário da escolaridade arranjada, em que tanto pais como filhos consentem de livre vontade ou, em muitos casos, se resignam à frequência escolar (apesar de frequentemente não terem liberdade de escolher a escola uma vez que esse poder é geralmente detentido pelas autarquias locais), a escolaridade forçada não dá aos pais nem aos filhos qualquer escolha.

Se suspeitarem que alguma criança ou jovem está sendo forçada a frequentar a escola contra sua vontade, aqui ou no estrangeiro, contactem a Fundação Aprender em Liberdade, que ajuda as vítimas dessa prática ilegal no país que tanto sofrem física e psicologicamente.

NÃO À ESCOLARIDADE FORÇADA!

Como exemplo, só na Inglaterra, todas as semanas 450,000 crianças são vítimas de violência escolar; e todos os anos: mais de 360,000 crianças sofrem acidentes na escola; pelo menos 16 crianças se suicidam para escapar ao ensino forçado; aproximadamente 1 milhão de crianças tentam-se proteger através do absentismo escolar; mais de 1 em cada 6 jovens deixam a escola sem saber ler, escrever ou adicionar - mas muitas vezes traumatizados para o resto de suas vidas.

NÃO AO ENSINO FORÇADO! SIM À LIBERDADE DE APRENDER!

§ Nota:
não sei quem criou o poster, mas sei que foi criado como resposta às insinuações feitas pelo governo britânico - que precisa de um pretexto para modificar a lei existente de modo a poder controlar a educação das crianças e jovens educados em casa -, de que o ensino doméstico podia ser usado por algumas famílias para esconder, entre uma série de outros abusos e atrocidades, trabalho forçado e casamentos forçados.

Entre outras coisas, o governo quer ter o direito de entrar nas casas das famílias que optam pela educação domiciliar e interrogar os filhos num quarto sem a presença dos pais os adultos de confiança. Isto apesar do artigo 12º da Declaração Universal dos Direitos do Homem afirmar que "ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação", e do artigo 26.3 afirmar que "aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos."

2 comentários:

Lucas Gallindo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lucas Gallindo disse...

Tenho 13 anos, moro no Brasil e sou obrigado a ir à escola por que aqui é lei.
Que saco :T