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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Flexi-escola, o melhor dos dois mundos

Niamh, 6 anos e meio, está em casa no jardim à procura de ovos dentro do galinheiro. Depois, vai para dentro de casa ler enciclopédias cheias de imagens, pausando ocasionalmente para dizer ou perguntar algo. É quinta-feira e estamos no período escolar mas ela não está na escola. E também não vai à escola às terças ou sextas-feiras à tarde, embora esteja matriculada. Niamh não está a faltar às aulas - ela optou pela flexi-escola. Na Inglaterra, a educação partilhada entre a casa e a escola é uma opção legal para qualquer aluno desde que o director da escola concorde.

O número exacto de flexi-alunos no Reino Unido é desconhecido mas há pelo menos 400, principalmente nas escolas primárias, e os números estão a crescer lentamente. Alguns pais, como eu, querem um compromisso entre o ensino doméstico e escola em tempo integral. No início, eu pensei optar pela educação em casa para Niamh: queria que ela tivesse a oportunidade de aprender informalmente, de ter bastante liberdade e de passar tempo em família.

Como ex-professora primária sabia que tinha a capacidade de orientar a educação da minha filha mas não estava convencida que tinha tempo e energia para me comprometer a este projecto a tempo inteiro, e sabia que Niamh beneficiaria do contacto regular com outras crianças da sua idade. Ao pesquisar alternativas encontrei o livro "Free Range Education", uma coletânea de ensaios, um deles sobre a flexi-escola, ou seja, escola em tempo parcial. Para mim, a solução ideal!

Podem ler o artigo na íntegra, em inglês, aqui.

2 comentários:

P e M disse...

Olha, flexi-escola é como anda a minha filha agora... 2 dias por semana ela vai à escola que escolheu ;o) e os outros três fica comigo...

E eu vou aproveitando para fazer a mudança...

;o)

Paula disse...

Parece ser o ideal para vocês também! Pena a inflexibilidade de tantos directores aqui, que recusam entrar em acordo com os desejos de tantos pais e das crianças...