Todos os anos, há pais que decidem ser eles mesmos a ensinar os filhos. Como se desenrola essa experiência ao longo da escolaridade?
Às 8 h 30, a campainha toca na vasta propriedade dos Simonet em Setúbal [ 50 km a sul de Lisboa] - é sinal que vão começar as aulas em casa para os 5 filhos de Colette.
"Às 10 horas fazemos um intervalo de 15 minutos e depois continuamos até ao meio-dia. Após o almoço, continuamos das 2 às 4 horas da tarde", diz ela. A seguir, "as meninas vão para a dança e os rapazes para o ginásio."
"Os esportes permitem-nos desenvolver relações sociais", lembra um dos filhos, agora pai de dois filhos.
Na época, Colette Simonet não tomou a decisão de ânimo leve. "Os meus amigos disseram que estava louca. Eles pensavam que eu iria torná-los anti-sociais ... ", diz Colette. "Mas as crianças têm boas lembranças... Achei o ensino doméstico algo muito saudável. As crianças tiveram a oportunidade de aprender ao seu próprio ritmo, e com muita liberdade".
Trecho retirado do artigo que podem ler aqui.
O artigo também fala sobre a Lara Dias e sua filha Catarina.
No final, explica que na França a educação é obrigatória, e não a escola. Os pais têm o direito de ensinar os seus filhos e milhares de famílias optam por esta modalidade de ensino. No entanto, uma auditoria anual é realizada por agentes do Estado às famílias que praticam o ensino doméstico.
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