Entre o léxico em constante expansão da educação alternativa encontramos a tendência para o unschooling.
Unschooling poderia ser melhor definido como homeschooling sem "schooling" (ou "a escola em casa" sem a parte da "escola"). Abstém-se da massificação do ensino a favor da personalização da aprendizagem. Os unschoolers não transformam as suas mesas da cozinha em "secretárias de salas de aula" atulhadas de livros didáticos de matemática e mapas da Ásia.
Em vez disso, unschoolers deixam os filhos tomar a liderança e decidir se querem estudar álgebra ou história. As crianças decidem se preferem passar um dia ou um mês jogando xadrez ou construindo uma catapulta.
Os unschoolers rejeitam testes, trabalhos de casa e fichas de trabalho, acreditando que um dia passado saltitando e correndo descalços por esses campos fora resulta em mais exploração científica do que cultivando uma planta no peitoril da janela.
Frequentemente descrito como "aprendizagem natural" ou "autónoma", o unschooling e sua crença em seguir os interesses das crianças tem algo a ensinar às escolas tradicionais, diz Clark Aldrich, autor de Unschooling Rules: 55 Ways to Unlearn What We Know about Schools and Rediscover Education.
Guru da e-aprendizagem e co-fundador da SimuLearn, Aldrich acredita que em vez de criticar os homeschoolers e unschoolers, a escola deveria aprender com eles.
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