Para Aoife, mãe de 3 filhos, as manhãs começam normalmente com a filha Riana pedindo uma lição de matemática.
"Ela traz o livro, o seu ábaco, eu mostro-lhe como fazer uma ou duas contas, e depois ela lá as vai fazer."
Aoife está sentada a amamentar o seu bebê no museu infantil de Dublin, onde vai duas vezes por mês com os filhos Joe (6), Riana (5) e Liam (6 meses) encontrar-se com outros membros do Home Education Network.
Aoife é uma entre as mil (ou mais!) mães irlandesas - o número exato é desconhecido - que têm desafiado a tradição educando os filhos em casa.
"A sua sede de aprender é inacreditável! Nós não fazemos aulas estruturadas, nem x horas de actividades educacionais por dia, mas observei que desde uma idade muito precoce o meu filho queria aprender o alfabeto".
As coisas mudaram muito desde 1980 e 1990, quando a própria Aoife foi educada em casa com seus irmãos. O ensino doméstico emergiu das sombras, com organizações voluntárias, como a HEN, ajudando a criar as estruturas sociais e os modos de colaboração necessários para esta comunidade de pais-educadores.
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