Câmeras de vigilância nos banheiros; câmeras nas salas de aula; impressões digitais dos alunos mantidas em base de dados... Não pode acontecer? Pensem novamente, pois o Estado de vigilância está invadindo nossas escolas.
"Todos os dias, ... as crianças e adolescentes passam a maior parte do dia em escolas que se assemelham cada vez mais a lugares de detenção do que locais de aprendizagem. Desde detectores de metal a testes de drogas, desde cada vez mais policiamento a vigilância electrónica que todos vigia, as escolas do século XXI refletem uma sociedade enfocada no crime, violência e segurança."
Esta é uma passagem das primeiras páginas de Lockdown High, o novo livro de Annette Fuentes, uma jornalista baseada em San Francisco. Com o subtitulo "Quando a escola se tornou prisão", conta uma história que começou em 1999 com o massacre de Columbine. O livro cita casos assustadores: a aluna de 13 anos de idade submetida a uma revista para ver se tinha consigo ibuprofeno porque segundo as regras da sua escola no Arizona o analgésico não era permitido; a escola no Texas onde os professores vão armados para a sala de aula; e, ainda mais surpreendente, a escola da Filadélfia que deu aos seus alunos laptops equipados com uma câmera secreta que lhes permitia espionar os alunos fora da escola.
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