Karina Ricci, uma menina de 6 anos de idade, rola para fora da cama por volta das 7h30. Ela veste-se, lava os dentes e faz a sua cama antes de tomar o pequeno almoço, sem pressa, à frente da televisão. A seguir vai regar os girassois e as ervilhas. Depois vai tocar piano ou brincar com a plasticina. Em seguida, talvez ajude a limpar a casa ou vá combinar um encontro com uma amiga ao fim do dia.
Resumindo, faz o que quer! O que parece ser a descrição de um sábado despreocupado é a vida quotidiana desta menina que vive em Toronto, no Canadá. Ela prefere não andar na escola e os pais dela não se importam. Na verdade, gostam que assim seja pois defendem o unschooling, uma forma radical da aprendizagem baseada em casa. O unschooling não oferece um currículo a conquistar, exames a passar, níveis a atingir nem regras a seguir. Enquanto que a forma mais tradicional do ensino doméstico traz a sala de aula para casa, o unschooling rejeita completamente o estudo formal.
"Viver é aprender", diz Carlo Ricci, pai da menina e professor de educação na Universidade Nipissing. Carlo defende este tipo de aprendizagem: "A vantagem do unschooling é que o mundo é transformado num espaço de aprendizagem".
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