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sexta-feira, 1 de julho de 2011

15 factos fascinantes sobre a história do ensino doméstico

Original aqui

A educação em casa atrai os mais variados tipos de famílias, cada uma delas com suas razões diferentes para optar por este método. Apesar da multitude de ideias equívocas sobre a aptidão social dos alunos e da sua capacidade de tirar um curso superior, o ensino doméstico continua a fazer parte integral do mundo da educação. Mas aqueles que optam pelo homeschooling ficam geralmente tão ocupados com currículos e teorias que nem têm tempo para refletir sobre a história do ensino doméstico. Esta lista não é abrangente, mas contem alguns factos interessantes.

1. Nos Estados Unidos e na Europa, a maioria da educação foi proporcionada em casa até a década de 1830. E só se tornou obrigatória em 1852, tendo sido inicialmente implementada em Massachusetts pelo partido "Know-Nothing". Minorias religiosas e étnicas foram excluídas do ensino obrigatório com base na sua "inferioridade intelectual". A comunidade mórmon, por exemplo, resistiu à lei da escolaridade obrigatória até 1915.

2. A comunidade indígena foi uma das que mais se opôs à escolaridade obrigatória: E, o que não é de surpreender, tornou-se uma das mais marginalizadas depois dos Estados Unidos terem aprovado a lei do ensino obrigatório. Desta forma, sob o pretexto de "progresso", destruiu-se o estilo de vida dos indígenas.

* Ver o documentário Unrepentant: Canada's Genocide, que revela o maior segredo do Canadá: o extermínio deliberado dos povos indígenas e o assassinato de milhares de crianças e jovens em escolas residenciais.

3. Growing Without School foi o primeiro periódico sobre o ensino doméstico na América: Fundado por John Holt em 1977, este boletim deu aos pais-homeschoolers a possibilidade de se conectarem uns com os outros, de trocarem ideias e aprenderem sobre as questões que os afectavam. Infelizmente, terminou em 2001 por razões financeiras mas deixou 143 publicações em seus arquivos. A maioria do conteúdo comemora o unschooling, uma forma de educação altamente flexível, com uma estrutura mínima e um currículo totalmente centrado no estudante.

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