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Há 30 anos, eles eram uma de 10 famílias registradas como pais-educadores no Departamento de Educação de Maine. Do início dos anos 1990 a 2005, o número de crianças registradas em regime de ensino doméstico foi aumentando gradualmente, com cerca de 200 a 300 crianças por ano a iniciar o ensino domiciliar. Desde 2005 que o total permanece relativamente estável, oscilando entre 4.700 e quase 5.000.
Não temos documentos sobre as razões que levam tantos pais a optar pela escola em casa, nem sobre o que levou este método de ensino a crescer tão rapidamente. Pode ser por causa do advento da internet e da crescente disponibilidade de planos de aulas. Ou porque o homeschooling tornou-se mais popular, por já não parecer tão estranho.
"Para elas, aprender é um modo de vida. É constante, acontece todos os dias, a cada momento", disse Kathy. "E continua durante os meses de verão, quando os alunos das escolas públicas estão de férias. As crianças nunca param de aprender, por isso você está sempre ensinando".
"É um modo de vida. Nós não vemos o ensino doméstico como uma escola em casa", acrescenta o marido, "mas simplesmente como parte integral do nosso dia a dia. E as crianças gostam porque podem perguntar 'Por que é que o céu é azul?' sabendo que vamos ter tempo para explicar ou ajudá-las a descobrir".
A família fundou Homeschoolers de Maine, uma organização voluntária sem fins lucrativos cujo objectivo é ajudar outros pais que educam os filhos fora do sistema escolar. A organização ajuda a avaliar os alunos, organiza conferências e distribui informação sobre o ensino doméstico.
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