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domingo, 20 de novembro de 2011
Sistema fabril de educação força os pais a optar pelo ensino domiciliar
"Você aprendeu as lições mais importantes da sua vida na escola?" pergunta o educador Manish Jain. Ele fez esta pergunta a mais de 5.000 pessoas e a resposta foi sempre negativa. Sempre. A questão vai ao âmago do que nos querem passar como aprendizagem. Para a maioria, escolas que ensinam um currículo pré-estabelecido são parte integral da educação dos filhos, são a chave para um futuro seguro. Mas na India - em Pune, Bangalore, Mumbai, Nova Deli e em cidades mais pequenas como Udaipur, Surat e Varanasi - há um número saudável de pais a questionar essa prática.
As razões que os levam a procurar uma alternativa variam. Ruchi Kaushik, um médico, não conseguia entender os pais que colocam os filhos no "infantário" para "prepará-los" para os exames de admissão para a escola primária. "Prometi a mim mesmo que não iria enviar o meu filho Saras para a escola tão cedo, e acabei por optar pelo ensino domiciliar quando me apercebi que ele era inteligente de mais para a escola." Foi uma aposta que valeu a pena: Saras, uma criança prodígio, entrou no IIT aos 14 anos.
Vidya Shankar, de Chennai, tinha um problema diferente. O seu filho estava constantemente a ir para o gabinete do diretor. "Às vezes porque perturbava a sala de aula, outras vezes porque a caligrafia era ruim. O professor estava sempre a envergonhá-lo e a humilhá-lo", diz ela. Vidya retirou-o da escola e passou a ensiná-lo em casa com ajuda da Escola Saraswati Kendr, uma escola aberta onde o filho tinha aulas duas vezes por semana para conviver com outras crianças da sua idade. Depois, com outros pais que queriam afastar-se da escola-fábrica, Vidya fundou Cascade, um "espaço de aprendizagem" para as crianças de Chennai educadas em casa. "Você já viu as escolas de hoje? Têm 10.000 ou mais crianças dentro de suas paredes. Isso não é escola, isso é prisão ", diz Vidya.
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