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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sem estarem limitadas à escola, o mundo!

O homeschooling abre um mundo de possibilidades. Sem estarem presas à escola, as crianças podem conhecer o mundo.

Kanchita é uma menina educada fora da escola, e Canita é um cachorro imaginário que a acompanha nas suas viagens. Convido-vos a visitar o blog desta menina de 7 anos de idade que está viajando na América do Sul. A maioria das fotos são dela.

Entretanto, para ficarem com uma ideia, eis o que ela diz:

Não precisamos falar a mesma língua para nos entendermos.

Este ônibus escolar leva as crianças para a escola flutuante...
tudo flutua ... tudo é feito com totora...

Esta é uma casa feita com totora.

Estamos a entrar num mundo novo,
um mundo que eu nunca tinha visto.


Esta é uma ilha flutuante.

Um pé na ilha flutuante. As ilhas flutuantes do Lago Titicaca são habitadas pelos Uros. No dia de Natal, fomos à ilha de Taquile e a uma das ilhas flutuantes. As ilhas flutuantes são feitas com totora, que é uma planta que eles usam para tudo, para comer, para fazer barcos, casas e ilhas.

Retirado daqui.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ken Robinson fala sobre o ensino domiciliar



A pergunta enviada a Ken Robinson através do Twitter foi:

"Qual é a sua opinião sobre a educação domiciliar, e que elementos do ensino doméstico podemos transferir para a escola?"


Ken Robinson revela-se abertamente como fã do homeschooling, destacando a possibilidade que oferece aos pais de seguirem o ritmo de aprendizagem dos filhos, a liberdade de poderem planear o currículo e focalizar nas coisas mais adequadas para o desenvolvimento das competências que desejam para os filhos. É um método óptimo para quem deseja proporcionar aos filhos uma educação integral uma vez que os pais podem criar sistemas de aprendizagem personalizados, adequados à unicidade dos seus filhos.

Diz-nos que nos Estados Unidos cerca de 5% das crianças em idade escolar são educadas em casa, sem recorrerem à escola. No entanto, o ensino domiciliar continua a opção de minorias que, de acordo com Robinson, não é uma opção fácil. Diz que as pessoas que conhece que educam os filhos em casa dedicam muito tempo ao ensino doméstico e levam-no muito a sério. É verdade que temos acesso aos mais variados recursos, a materiais adaptados para o estudo individualizado, e ao apoio de associações cujo objectivo é apoiar estas famílias que optam pelo homeschooling; no entanto, continua a ser uma opção minoritária. As razões por que nem todas as famílias podem optar pelo homeschooling variam. Robinson destaca a situação económica das famílias, o facto de que alguns pais não se sentem equipados para a tarefa e os desafios que o ensino domiciliar acarreta, e a situação doméstica, que por vezes pode impossibilitar a prática do homeschooling. Por isso, optam pela escola. O que ele propõe é o diálogo entre a escola e outras propostas alternativas, outras formas de aprendizagem, um diálogo que poderá levar ambas as partes a aprender uma com a outra.

Quanto ao que o homeschooling pode oferecer à escola, Robinson lembra-nos que existem várias abordagens ao homeschooling, que temos uma multiplicidade de propostas, e que por isso devemos pensar nos seus princípios gerais. Ele distingue três princípios:

1. Modo personalizado de aprendizagem

2. Flexibilização do tempo

3. Aplicação de metodologias e modelos pedagógicos que se adaptam às necessidades individuais de cada aluno dentro do grupo.

De acordo com Robinson, algumas escolas estão aderindo a estes princípios, e seria desejável que estes princípios permeassem o tecido escolar.

Adaptado daqui. Gracias Madalen :-)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Documentário: "Unschooling"



Parte do documentário "Unschooling", uma conversa intrigante com Bob Kay, psiquiatra e defensor da educação, sobre a capacidade humana e desejo de aprender, a história e as limitações do sistema escolar, e como podemos educar e inspirar melhor as próximas gerações. Produzido por ArtefactPictures.

Ver mais aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

As três abordagens ao homeschooling

Segue-se a tradução de um trecho deste artigo.

Existem três abordagens principais para a educação domiciliar. Enquanto algumas famílias seguem apenas uma abordagem, outras misturam e combinam várias a fim de irem ao encontro do estilo de aprendizagem dos seus filhos.

A "escola-em-casa" é a mais tradicional. Os pais geralmente assumem o papel de professor e os filhos seguem um currículo bastante semelhante ao da escola pública, embora possam incluir outros temas extras, como religião e estudos bíblicos. Os alunos normalmente lêem livros ou outros materiais on-line, completam fichas de trabalho e têm que fazer trabalhos todos os dias. Nos EUA há muitos currículos disponíveis para o ensino domiciliar. Os pais podem comprar um destes pacotes ou podem escolher diferentes fornecedores para disciplinas diferentes.

Muitas famílias preferem a abordagem baseada em projectos. Escolhem vários temas de interesse e estudam-nos em profundidade. Crianças de idades diferentes podem trabalhar juntas. Elas geralmente tentam criar uma abordagem verdadeiramente multi-disciplinar, incluindo sempre que possível línguas, matemática, ciência, música, arte e história. Nos seus estudos, usam a biblioteca, visitas de estudo, passeios, mentores na comunidade, documentários e outros recursos. As crianças podem usar métodos não tradicionais para mostrar a sua aprendizagem, e muitas criam álbuns de recortes, vídeos, ou outros tipos de arte para documentar os seus estudos.

A terceira abordagem à educação em casa é chamada unschooling, ou aprendizagem orientada pelos interesses das crianças. Embora haja muitas definições para o unschooling, a premissa subjacente é que as crianças aprendem de forma mais eficaz quando seguem os seus interesses e fazem parte de uma comunidade. As crianças que seguem os seusinteresses podem passar dias ou semanas estudando um assunto, algo que não é possível num ambiente mais tradicional. Apesar do unschooling ser orientado pelos interesses dos filhos, os pais estão activamente envolvidos no processo de aprendizagem, ajudando os filhos a encontrar recursos, mentores e outros materiais para facilitar a aprendizagem. O unschooling coloca as crianças no comando de grande parte da sua própria educação, mas requer pais empenhados em criar um ambiente de aprendizagem muito estimulante para os filhos.

Podem ler o artigo na íntegra aqui.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

UnCollege: ensino doméstico para alunos universitários

Dale Stephens não vê razão para que o ensino doméstico não continue a nivel universitário. O jovem empresário está criando uma comunidade de aprendizes autónomos e auto-direcionados - UnCollege - um site que oferece apoio e orientação aos que preferem uma aprendizagem não-convencional.

Dale foi educado em casa e acredita que a sua experiência ensinou-lhe mais do que poderia ter aprendido num curso formal: "Não aprendi nada na universidade que não poderia ter aprendido sozinho." Questiona também o valor de uma licenciatura. Em seu site, escreve: "Com 70,1% dos alunos que completam o ensino médio a ir para a faculdade, um diploma universitário já não garante sucesso. A escola já não requer pensamento analítico e independente. A alegria de aprender é facilmente perdida no ambiente universitário."

Retirado daqui.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Vídeo que filmei ontem

Este fim de semana vai ser muito ocupado, por isso limito-me a partilhar este vídeo filmado ontem em casa de uma amiga.



Descobri que a minha máquina fotográfica também dá para filmar!
:-)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Educação domiciliar num jornal brasileiro

Ler o artigo AQUI.

Condenado pela Justiça, casal brasileiro mantém filhos fora da escola

“O que está acontecendo é uma inversão. O Estado quer que a família prove que está educando. Na realidade, é o Estado que tem que provar para nós que tem capacidade de educar nossos filhos. Diga-se de passagem não tem conseguido provar.”

“Aqueles que elaboram as leis colocam os filhos nas melhores escolas particulares e obrigam a maior parte da população a se submeter a todo esse lixo que chamam de educação.”

“Não acreditamos na educação coletiva, no professor ensinar uma turma de alunos. Acreditamos na educação como um processo em liberdade, na aprendizagem em liberdade. Nem sequer somos contra uma criança saia de casa e vá algum lugar aprender alguma coisa, ou uma escola ou um cursinho. Não se trata disso. O que é inaceitável é que uma criança seja obrigada a ficar confinada em uma sala de aula contra a própria vontade e a dos pais."

"O estado não tem nenhuma moral para exigir dos pais que renunciem àquilo que podem fazer de melhor para se submeter a esse lixo que o estado oferece para as famílias."

Cleber de Andrade Nunes

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Gostaria de educar os meus filhos em casa, mas...



No Reino Unido, muitos cristãos já estão educando os filhos em casa em vez de entregá-los às escolas estaduais. Por quê? Preocupam-se com o ateísmo do sistema de ensino, com o tipo de educação sexual em oferta, e porque acreditam que, de acordo com a Bíblia, a responsabilidade pela educação dos filhos pertence aos pais.

Outros pais gostariam de educar os filhos fora da escola mas têm certos receios. O vídeo tenta dar respostas às suas perguntas mais comuns.

***

Se vivessem na Alemanha, as coisas seriam mais complicadas!
Alemanha prende oito pais evangélicos - educação sexual

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ensino doméstico na África do Sul


Em vez de irem para a escola dia após dia, transformaram a casa em escola! Daniel, 12, Jasmine, 10, e Aimee, 8, aprendem com ajuda de sua mãe, Helen. A sala de aulas é numa mesa ao lado da cozinha e, rodeados de livros e cadernos, começam o dia escolar colocando as mãos no ar para responder as perguntas e anotando seus pensamentos sobre os vários temas nos seus livros didáticos.

O pai, Kevin, que trabalha para sustentar a família, ajuda com os trabalhos de casa à noite. Diz-nos que a decisão de educar os filhos em casa não foi fácil e que as razões que os levaram a optar pelo ensino domiciliar são complexas.

"Como todos os pais, queríamos oferecer a melhor educação possível aos nossos filhos. Na nossa situação, a escola tradicional não iria dar resultado."

Como não tinham possibilidades de pagar os custos de uma escola particular, decidiram tentar a educação em casa: "A vantagem mais óbvia é que recebem muito mais atenção individual. Para nós, esse é o segredo do sucesso do ensino domiciliar."

Kevin diz que os filhos sentem-se felizes e adoram aprender em casa: "Eles podem aprender à sua maneira e ao seu próprio ritmo."

Outra vantagem, diz-nos Kevin, é evitarem a correria louca que os outros pais e alunos enfrentam todas as manhãs, com a preparação e viajem para a escola: "É um ambiente muito mais descontraído."

A família segue um horário semelhante ao da escolas convencional, começando às 8h, fazendo um intervalo para o almoço e continuando as aulas à tarde. Depois das aulas, as crianças participam em várias actividades extracurriculares, como o cricket, balé e natação. Além disso, encontram-se com outras crianças e participam em eventos organizados por outras famílias que praticam o ensino doméstico na proximidade.

"No lado social não estão carentes. Uma das grandes vantagens do ensino doméstico é poderem se relacionar com crianças de todas as idades, mais velhas e mais novas, porque é isso que fazem todos os dias."

Helen não tinha qualquer experiência na área do ensino e gostou de aprender o currículo à medida que ensinava os filhos: "É muito gratificante. Você tem que estar constantemente um passo à frente de quem você está ensinando."

Kevin aconselha os pais que estão considerando educar os filhos fora da escola a pesquisarem o tema a fundo e a estarem preparados para as dificuldades iniciais.

"O ensino doméstico não é para todos. É uma grande responsabilidade. Você tem de querer mesmo fazê-lo. Nós não temos arrependimentos. Temos muito apoio."

Original (texto e foto)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Site de crianças do ensino doméstico


Convido-vos a darem uma olhada no site de um grupo de crianças educadas fora da escola que se uniram para participarem no John Muir Award, que envolve descoberta, investigação, conservação e partilha de lugares selvagens.

As crianças já receberam o "prêmio descoberta" e agora querem o "prêmio investigadores". O site foi criado como parte da competição, e o nome foi escolhido pelas crianças: Home-Educated Wild Adventurers

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Música: Abby Mae e os Homeschool Boys


Abby Mae e os Homeschool Boys, live no Festival Snowgrass Bluegrass 2011 em Port Angeles, WA.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Mais um grupo do ensino doméstico

Foi inaugurado um novo grupo para crianças educadas fora da escola. Uma tarde por semana, Hereford Home Educators oferecem uma variedade de cursos num centro comunitário em Hereford, Inglaterra. Crianças educadas a partir de casa podem agora acessar uma variedade de cursos, incluindo ciência, história, matemática e inglês.

"Embora as pessoas estejam cada vez mais cientes de que a escola não é obrigatória, muitas ainda não se aperceberam disso. De facto, estima-se que cerca de 90.000 crianças estão seguindo o ensino domiciliar no Reino Unido", disse Jane, que faz parte do grupo.

"Hoje em dia a maioria das pessoas tem acesso à internet, e os pais podem contactar outras pessoas que estão praticando o ensino doméstico na sua localidade. Existem grupos destes por todo o Reino Unido, e as famílias que optam pela educação fora escola podem se juntar umas com as outras, aprender e socializar. Aqui em Herefordshire há um número crescente de crianças sendo educadas em casa."

Original

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Podemos ensinar aquilo que queremos

Os filhos de Anne estão a aprender geografia - na sua sala de jantar em Texas, EUA. De acordo com Anne, embora não estejam numa "escola normal", o ensino domiciliar é o que está beneficiando os seus seis filhos. "Temos a liberdade de transmitir os nossos valores", diz Anne. "Podemos ensinar tudo que quisermos."

Anne faz parte de um movimento crescente. Onde reside, cerca de 1,5 milhões de crianças são educadas em casa e o número está sempre a crescer. Em 8 anos, o ensino doméstico aumentou cerca de 75% a nível nacional.

Vídeo e artigo aqui.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

5 anos de ensino doméstico :-)


Faz hoje 5 anos que embarcámos nesta jornada.
Agora temos de comemorar!
Nem nos sobra tempo para blogar!!!

EUA (New Hampshire): o ensino doméstico e a lei

Lawmaker wants less regulation for home-schoolers - The Department of Education does nothing to help home school families and should not be able to dictate how they educate their children, said a lawmaker Tuesday.

NH bills would expand rights to home school - Advocates split over which bill gave parents the most freedom. Critics of one bill said the state still had primary control over the children's education. They backed a second bill that repealed the state's home education law. Some argued parents have a natural right to educate their children without interference from the state or being required to notify the state they were teaching their children at home.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Justiça autoriza família a educar filhos em casa

Juiz de Maringá (PR) permite que dois irmãos sejam educados fora da escola, mas devem ser avaliados por provas e analisados por psicólogos.

Uma família de Maringá, no interior do Paraná, tirou os filhos da escola e os educa em casa com aval da Justiça. Com apoio do Ministério Público, os pais conseguiram convencer o juiz da Vara da Infância e Juventude de que a educação domiciliar é possível e, teoricamente, não traz prejuízos.

Ao contrário deles, conforme o Estado noticiou ontem, uma família de Serra Negra, que também tirou os filhos da escola, ainda tenta provar ao Judiciário que tem condições de educá-los em casa. Em Minas, isso não foi possível e um casal foi condenado pelo crime de abandono intelectual - no[/ ] Brasil, a legislação determina que as crianças sejam matriculadas em escola de ensino regular.

Apesar de não existir uma decisão formal do magistrado a respeito do assunto, as crianças são oficialmente avaliadas pelo Núcleo Regional de Educação de Maringá a pedido da Justiça.

O núcleo, vinculado à Secretaria de Educação, elabora e aplica às crianças provas de português, matemática, ciências, história, geografia, artes e educação física. Eles também passam por uma análise psicossocial.

Após cumprir essa etapa, o núcleo elabora um relatório e o encaminha ao Judiciário, dizendo se as crianças têm ou não condição intelectual para cursar determinada série. Há três anos é assim e o juiz nunca se opôs aos resultados apresentados.

"Os pais conseguiram comprovar que elas têm o conhecimento intelectual necessário, de acordo com as diretrizes curriculares. Essas crianças nunca tiveram dificuldade para resolver as provas. Os resultados demonstram que elas têm aptidão para cursar a série seguinte ", diz Maria Marlene Galhardo Mochi, assistente técnica do núcleo.

Recursos. Segundo Maria Marlene, esse é o único caso de educação domiciliar atendido pelo núcleo de Maringá. "Os pais dessas crianças têm condições, instrução e recursos para educá-las em casa. Como elas ainda estão cursando o ensino fundamental, por enquanto está funcionando. Minha preocupação é quando elas chegarem ao ensino médio, quando as matérias ficam mais complicadas", avalia.

Segundo Ricardo de Moraes Cabezon, presidente da Comissão de Direitos da Criança da OAB-SP, o ensino fora da escola não é totalmente proibido, desde que seja justificado como algo excepcional. "Tem de ser realmente excepcional, senão banaliza. Eu recomendo que os pais não façam isso por conta e risco, mas tenham uma tutela do Judiciário", orienta o advogado.

Os irmãos Lucas, de 12 anos, e Julia, de 11, são filhos de pedagogos. O pai é professor da Universidade Estadual de Maringá. Eles foram tirados da escola há quatro anos, após duas tentativas frustradas de tentarem matriculá-los em uma escola regular.

As crianças cursam inglês e matemática fora de casa. As outras disciplinas ficam a cargo dos pais. Também praticam esportes e não podem ver televisão em qualquer horário - só quando os pais autorizam.

Para Luiz Carlos Faria da Silva, pai das crianças, além dos conflitos na educação moral dos filhos, a escola também oferecia conteúdos que ele considerava ruins. Ele reclama, por exemplo, que a escola ensinava arte moderna em vez de arte sacra.

Diz também que o aquecimento global é contraditório. "Só os vulcões lançam mais dióxido de carbono no ar que toda atividade humana", afirma o pai.

Para o educador português José Pacheco, idealizador da Escola da Ponte (em que não há salas de aula), o juiz teve sensibilidade para entender o caso. "É possível que haja o ensino domiciliar, desde que a escola avalie periodicamente essas crianças. É uma alternativa sábia, já feita em países da Europa há muito tempo."

Retirado daqui.