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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ensino doméstico: bom para crianças com necessidades especiais

Este artigo apareceu no Oxford Times

Por motivos variados muitas famílias com crianças portadoras de deficiência acabam optando pelo ensino doméstico por não conseguirem encontrar uma escola adequada para os filhos. Para algumas famílias o ensino doméstico é a sua modalidade preferida de educação, mas para outras é algo que se viram forçadas a fazer.

Consciente desta situação, o Centro de Actividades, em Worminghall, Inglaterra, resolveu oferecer actividades para estas famílias que educam seus filhos especiais em casa.

O Centro de Actividades é uma instituição sem fins lucrativos que oferece instalações recreativas e educação informal a crianças com deficiência e suas famílias e amigos. Cada sessão começa com uma introdução para dar as boas-vindas às novas famílias. Depois, as famílias decidem o que gostariam de fazer. Isto tem ajudado a definir o conteudo destas reuniões. Foi assim que o Centro descobriu que estas famílias querem oportunidades de interacção social, exercício e esportes, actividades sensoriais e actividades que ajudem aos filhos a desenvolver suas capacidades motoras - e que todas estas actividades não sejam baseadas em um currículo.

As famílias querem que os filhos sejam livres para escolher o que querem fazer, mas que algumas actividades sejam organizadas para os que gostam de fazer actividades de grupo. As famílias também querem que o centro esteja aberto aos pais de crianças deficientes que ainda não praticam o ensino domiciliar mas que estão investigando os prós e os contras da educação em casa. 16 crianças já se juntaram ao grupo.

Ler o artigo aqui.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Avaliação no ensino doméstico em Portugal

A não perder, o post da Isabel sobre avaliação em ED no final do 1º Ciclo, que podem ler AQUI.

Para os nossos amigos do Brasil, o post demonstra que a exigência de que as crianças e jovens estejam matriculados na escola não impossibilita o ensino domiciliar. Em Portugal, as crianças que aprendem em casa estão inscritas numa escola mas não são forçadas a frequentá-la, indo lá apenas na altura de fazer a avaliação final.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Agarimar apoia o ensino doméstico

Na Galiza, a Agarimar apoia o ensino doméstico

Diante do ataque à criança através da Lei de Apoio à Família e à Convivência da Galiza, e depois do encontro a 15 de Maio, Agarimar, a Associação Galega de Pais e Mães da comarca de Vigo, fez a seguinte declaração:

-Apoiamos todas as mobilizações convocadas pelas pessoas e famílias que educam em casa. A elas corresponde a iniciativa e o protagonismo.

-Colocamos à disposição destas pessoas e famílias todos os recursos humanos e materiais do colectivo.

-Achamos absolutamente necessário para avançarmos na normalização do ensino doméstico no nosso país a criação de uma Coordenadora galega pelo reconhecimento e regulação do ensino doméstico, ao estilo da coordenadora catalã que tão bons resultados atingiu no seu país.

-De continuar o recrudecimento da legislação espanhola contra o ensino doméstico na Galiza, sublinhamos a importáncia de contarmos na outra beira do Minho com a alternativa portuguesa, país onde o ensino doméstico tem amparo legal.

Original aqui

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Educação compassiva, baseada em valores éticos

Os nossos filhos aprendem com o nosso exemplo, e acabam por fazer o que fazemos, e não o que lhes dizemos. Se queremos proporcionar aos nossos filhos uma educação compassiva, baseada em valores éticos, temos que demonstrar o que isso significa na prática. Por isso tento "ser a mudança que quero ver no mundo", como dizia Gandhi. Embora falhe tantas vezes, continuo a tentar, e isso é outra lição importante!

Se quiserem, agora podem-se juntar a mim e ajudar as crianças tibetanas refugiadas na India. Deixo aqui um convite a todos para contribuirem com uma doação que irá directamente para a Aldeia SOS em Bylakuppe, na India. Se quiserem saber mais sobre este meu projecto e/ou se estiverem interessadas em colaborar, cliquem por favor neste link.

Obrigada :-)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sofia, do 2.º ano, entrou hoje numa "escola grande" para fazer o teste intermédio de Matemática

Original aqui

Sofia entrou hoje (08.06.2011) na escola EB1 da Torrinha, Porto, pela segunda vez. A frequentar o ensino doméstico, esta sua deslocação aconteceu para que, com os alunos do 2.º ano, realizasse o teste intermédio de Matemática.

Depois de na semana passada ter tido a sua estreia numa “escola grande” para o teste intermédio de Português, Sofia, de sete anos, regressou esta manhã ao local para fazer um teste “fácil”, que tinha “uma pergunta sobre cartas, tinha quadradinhos e uma folha com quadrados e rectângulos”.

A mãe da Sofia, Maria Fernanda, afirmou à agência Lusa que a filha “não estava nervosa, mas também não tinha bem consciência daquilo que ia fazer”.

Para a Sofia, aquele teste, diferente dos que costuma fazer, já que os pais são responsáveis pelo seu ensino obrigatório, “foi fácil” e até lhe permitiu sair a despedir-se do "Rodrigo", um colega da turma que a acolheu para o efeito.

Ler o artigo aqui

terça-feira, 21 de junho de 2011

Mãe retira filho adolescente da escola e opta pelo ensino doméstico



Fiona tomou recentemente a decisão de educar o filho em casa. O filho tem quase 14 anos e neste vídeo Fiona explica o que a levou a retirá-lo da escola e fazer o ensino doméstico. Diz-nos que muitas famílias receiam não estar preparadas para esta missão, e que poucas sabem que no Reino Unido existe muita liberdade em termos de currículo: os pais podem estruturar a aprendizagem dos filhos de acordo com os seus interesses. A lei exige apenas que os pais proporcionem uma educação a tempo inteiro e adequada às suas necessidades.

domingo, 19 de junho de 2011

Na escola o ambiente social é artificial

Há sete anos, quando Vinita e Mathew Peedikayil foram a um seminário sobre a parentalidade, não sabiam que iria alterar a sua vida. Em menos de ano decidiram retirar a filha Grace da escola e começaram a educá-la em casa. Hoje, continuam a praticar o ensino doméstico com os 3 filhos.

"O palestrante americano, que tinha educado os seus seis filhos em casa, falou sobre disciplina (e discipulado) das crianças", diz Vinita, 37 anos, que depois de cursar medicina decidiu ficar em casa a educar os filhos.

Os Peedikayils queriam nutrir os talentos dos filhos, incentivá-los a construir relações positivas com a família e a sociedade, e a compreender a dimens
ão espiritual da educação; tudo coisas que as escolas não permitem.

Tendo tomado a decisão, Vinita completou um curso de formação de professores e entrou em contacto com grupos do ensino doméstico nos EUA. Ela ensina a maioria das disciplinas aos três filhos e contrata um tutor para Hindi.

Ler o resto aqui. Ver também ‘Teaching children at home is a full-time job’

sábado, 18 de junho de 2011

Mãe forçada a praticar o ensino doméstico

Na Austrália, um menino de cinco anos foi forçado ao ensino doméstico - os professores dizem que ele é demasiado irrequieto para a escola. A mãe, desesperada, explica que a mandaram educar o filho Keanu em casa porque a escola não tem a capacidade de o controlar. Keanu foi diagnosticado com problemas de saúde, tem dificuldade de concentração, é hiperactivo e pode ser agressivo.

Ler o artigo aqui.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Bem vindos ao mundo da flexi-escola

Bem vindos ao mundo da flexi-escola, com seus horários flexíveis, em que podem ver uma criança espanhola aprendendo em casa através do Skype com professores do Reino Unido... ou uma mãe que pratica o ensino doméstico mas coloca os filhos na escola em part-time.

Uma escola primária em Staffordshire foi a primeira no Reino Unido a introduzir uma política de tempo parcial para os alunos. A abordagem da escola visa abordar a questão das famílias que querem um calendário escolar menos rígido e o baixo número de crianças frequentando a escola nas zonas rurais.

A directora vai mostrar como o esquema funciona durante uma conferência que vai ser assistida por funcionários do Departamento de Educação. Seu objectivo
é encorajar outras escolas a adoptar uma prática semelhante.

Ler o artigo aqui.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

Quando a escola se transformou em prisão

Câmeras de vigilância nos banheiros; câmeras nas salas de aula; impressões digitais dos alunos mantidas em base de dados... Não pode acontecer? Pensem novamente, pois o Estado de vigilância está invadindo nossas escolas.

"Todos os dias, ... as crianças e adolescentes passam a maior parte do dia em escolas que se assemelham cada vez mais a lugares de detenção do que locais de aprendizagem. Desde detectores de metal a testes de drogas, desde cada vez mais policiamento a vigilância electrónica que todos vigia, as escolas do século XXI refletem uma sociedade enfocada no crime, violência e segurança."

Esta é uma passagem das primeiras páginas de Lockdown High, o novo livro de Annette Fuentes, uma jornalista baseada em San Francisco. Com o subtitulo "Quando a escola se tornou prisão", conta uma história que começou em 1999 com o massacre de Columbine. O livro cita casos assustadores: a aluna de 13 anos de idade submetida a uma revista para ver se tinha consigo ibuprofeno porque segundo as regras da sua escola no Arizona o analgésico não era permitido; a escola no Texas onde os professores vão armados para a sala de aula; e, ainda mais surpreendente, a escola da Filadélfia que deu aos seus alunos laptops equipados com uma câmera secreta que lhes permitia espionar os alunos fora da escola.

Ler o artigo aqui.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Angelina Jolie defende o ensino doméstico

Angelina Jolie (do filme Sr. e Sra. Smith) disse que a quadrilha Brangelina está muito melhor estudando em casa. As pessoas praticam o ensino doméstico por uma série de razões, mas Angelina Jolie e Brad Pitt contratam tutores para educarem os filhos porque, de acordo com Angelina, "o sistema escolar é muito ruim!"

Outro motivo que os levou a optar pela aprendizagem fora da escola foi o estilo de vida da família. A família tem uma casa em Nova Orleans e outra na Rivera Francesa, mas passam muito tempo viajando em família. Por isso optaram por manter os seus seis filhos por perto, e educ
á-los eles mesmos!

Ler o artigo aqui.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Unschooling: educação sem currículo

Karina Ricci, uma menina de 6 anos de idade, rola para fora da cama por volta das 7h30. Ela veste-se, lava os dentes e faz a sua cama antes de tomar o pequeno almoço, sem pressa, à frente da televisão. A seguir vai regar os girassois e as ervilhas. Depois vai tocar piano ou brincar com a plasticina. Em seguida, talvez ajude a limpar a casa ou vá combinar um encontro com uma amiga ao fim do dia.

Resumindo, faz o que quer! O que parece ser a descrição de um sábado despreocupado é a vida quotidiana desta menina que vive em Toronto, no Canadá. Ela prefere não andar na escola e os pais dela não se importam. Na verdade, gostam que assim seja pois defendem o unschooling, uma forma radical da aprendizagem baseada em casa. O unschooling não oferece um currículo a conquistar, exames a passar, níveis a atingir nem regras a seguir. Enquanto que a forma mais tradicional do ensino doméstico traz a sala de aula para casa, o unschooling rejeita completamente o estudo formal.

"Viver é aprender", diz Carlo Ricci, pai da menina e professor de educação na Universidade Nipissing. Carlo defende este tipo de aprendizagem: "A vantagem do unschooling é que o mundo é transformado num espaço de aprendizagem".

Ler o artigo aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Socialização não é problema

Educar não é encher um balde, é incendiar uma alma. - William Butler Yeats

Os pais que optam pelo ensino doméstico dizem muitas vezes que foi a sua interacção com crianças e jovens educadas fora da escola que os fez decidir seguir o mesmo caminho.

Margaret Murray, uma ex-professora que educa os seus quatro filhos em casa, disse: "Eu queria passar os meus talentos para meus filhos. Temos plena confiança que vão receber uma excelente educação."

Continua aqui.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Unschooling em Sadhana Forest

Em Sadhana Forest, um princípio que os membros seguem é o unschooling.

"Nós não acreditamos no sistema de ensino, de modo que nenhums das criancas é educada formalmente. Nós ensinamos as crianças apenas se elas expressam a necessidade de aprender. Caso contrário, são excelentes dançarinos e artistas. São todas muito felizes e satisfeitas com suas vidas."

Em Sadhana Forest, situada numa isolada vila indiana, a maioria das pessoas são de Israel, da Rússia e dos EUA. Desde a sua criação em Dezembro de 2003, Sadhana Forest transformou completamente a paisagem árida da zona melhorando a vida da população local.

"Todo o conhecimento é compartilhado com a população local e o modelo pode ser replicado em todo o mundo. Temos oficinas em que as crianças da aldeia participam. Temos aulas e sessões interactivas."

Fonte: Going back to nature

sexta-feira, 3 de junho de 2011