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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Apreciando o momento presente

"As crianças não têm passado, nem futuro, e coisa que nunca nos acontece, gozam o presente" - Jean de La Bruyère

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Música, flores e focalização

Sabem que instrumento é este? Este amigo, que toca uma série de instrumentos, incluindo a concertina inglesa que vêem na foto acima, bem me quer persuadir a formar um grupo mas tenho andado ocupada.

O harmonium chegou e ando a familiarizar-me com ele, divertindo-me com a music for a found harmonium (pauta aqui). Além disso, também estou a organizar uma sessão de meditação musical. Entretanto, a redescoberta do meu passado barroco continua, com a música de Lully e Bach! E com este curso que ando a fazer, não há tempo para tudo....

Das flores que vimos, sei que a de baixo é um girassol;

as outras não sei como se chamam...

Para mim o que mais importa é o que sentimos e experienciamos, a vivência interior directa, não só emocional e conceptual mas também corporal.

Daqui chegamos à focalização, desenvolvida por Eugene T. Gendlin, filósofo e psicólogo americano, para chegar ao "Limiar do Pensamento" através da sabedoria do corpo. Já tinha experienciado este sistema há uns anos atrás e agora a oportunidade surgiu para explorar este método uma vez mais. Tanta coisa interessante para aprender!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Aniversário de casamento


Lembram-se? Hoje renovámos os votos que fizemos há um ano (ver aqui) . Estes que vou em seguida partilhar com vocês vieram de Thich Nhat Han:

Conscientes de que a vida só está disponível no momento presente e que a felicidade só é possível no aqui e agora, prometemos viver intensamente cada momento da nossa vida diária. Vamos tentar não nos perder em dispersões, arrependimentos sobre o passado, preocupações acerca do futuro ou ânsia, raiva e ciúmes no presente.

Conscientes de que a falta de comunicação leva sempre à separação e ao sofrimento, decidimos habituar-nos a falar com amor e a escutar com compaixão. Vamos aprender a ouvir profundamente, sem julgar nem reagir e a não proferir palavras que possam causar discórdia ou destruir o nosso relacionamento. Vamos esforçar-nos por manter a comunicação aberta e resolver todos os conflitos, incluindo os mais pequenos.

Conscientes de que a raiva bloqueia a comunicação e cria sofrimento, prometemos cuidar dessa energia assim que ela surja e reconhecer e transformar as sementes da raiva escondidas no nosso subconsciente. Sempre que a raiva surgir vamos praticar paciência e reconhecer, abraçar e investigar a nossa raiva a fundo. Vamos aprender a olhar com olhos de compaixão para o outro e para aqueles que acreditamos ser a causa da nossa raiva.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Meditação andando no País de Gales

Ontem lá fomos nós, por estas estradas de campo bem estreitinhas,

a caminho de um centro de budismo no sul do País de Gales. O centro tem um "prayer path" muito bonito, ideal para fazer meditação andando, uma prática muito agradável que vou partilhar com vocês, depois da photostory que fizemos da nossa "visita de estudo" (música de Oliver Shanti & Friends, do álbum Tibetiya).



Meditação Andando

Caminhamos devagar, sem o objectivo de chegar a uma destinação predeterminada, apenas pelo simples prazer de andar, de tocarmos o momento presente, conscientes da respiração e da caminhada, sem preocupações nem ansiedades, sem pensar no futuro nem no passado, experienciando o aqui e agora, caminhando como se fôssemos os seres mais felizes da Terra.

Caminhamos ligeiramente mais devagar do que normalmente e coordenamos a nossa respiração com nossos passos. Por exemplo, podemos dar três passos para cada inspiração e três passos para cada expiração.

Conscientes do contacto entre os pés e o solo, andamos como se estivessemos beijando a Terra com os nossos pés. Já prejudicámos tanto o nosso planeta... mas agora oferecemos-lhe a nossa paz e serenidade.

Quando vemos algo bonito — uma árvore, uma flor, uma estátua - podemos parar e contemplar. Mas permanecemos atentos à respiração, para que os nossos pensamentos não nos façam esquecer a beleza daquilo que nos despertou a atenção.

Quando quisermos, retomamos a nossa caminhada, com cada passo revitalizando o nosso corpo e a nossa mente; mas isso só será possível se não pensarmos no passado nem no futuro, se soubermos que a vida só pode ser vivida no momento presente.

Geralmente andamos sempre a correr de um lado para outro, tentando obter isto ou aquilo. Sabemos exactamente aonde queremos chegar. Isso pode ser útil, mas às vezes esquecemo-nos de apreciar a caminhada e o percurso.

Na meditação a andar o objectivo não é chegar mas experienciar a felicidade e a paz interior aqui e agora.

Nota: Esta explanação da meditação andando foi adaptada daqui.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Por onde andámos: budismo, meditação e tai chi

Este fim de semana fomos até Corsham,

uma pequena cidade no noroeste de Wiltshire, a uns 30 Kms daqui.

Foi um domingo bem passado neste edifício histórico, ouvindo um monge tibetano falar sobre meditação, altruismo, amor e compaixão.

À hora do almoço, um piquenique nesta relva: sopa de abobrinha, chapatis (pãezinhos achatados à moda indiana), salada, queijos, morangos com natas e flapjacks. Delícia!

E ontem à tarde fomos até ao Centro de Saúde Holística

filmar uma aula de Tai Chi, uma forma de meditação em movimento muito boa para a saude (se quiserem podem dar uma espreitadinha aqui).

domingo, 16 de novembro de 2008

Vídeo: O Budismo



Tema: Religiões do mundo; o budismo, fundado por Sidarta Gautama no nordeste da Índia por volta de 560 a.C.

Ver o guia de estudo (em inglês) aqui.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Memórias de momentos em família...

Depois de três semanas na Inglaterra os meus pais regressaram hoje a Portugal. Não estão habituados ao frio nem à chuva.


Esta foto tirada foi há uns dias no centro de budismo tibetano, em Bristol, onde comemos MOMOS DE CARNEIRO, bolinhos de carne a vapor tipicamente tibetanos, acompanhados por uma mistura de vegetais. Deixo aqui a receita, caso queiram experimentar!

Massa: 3 chávenas de farinha e 1 chávena de água.

Recheio de carne: 450gr carne magra; 1 cebola picada; 225gr espinafre ou repolho bem picadinho; 1 dente de alho picado; 1 colher de gengibre fresco ralado; 2 cebolinhas verdes bem picadinhas; 2 colheres coentros frescos picados; sal a gosto.

Instruções: Misturar a farinha e a água, amassar até formar uma bola. Cobrir com uma toalha molhada e deixar por 30 min. Fazer ferver um grande pote de água. Cortar a massa em 12 - 18 peças, esticar e fazer pequenos círculos. Misturar todos os ingredientes para o recheio. Colocar uma colher cheia de recheio em cada círculo de massa, dobrar e apertar para selar. Colocar os momos numa panela a vapor e deixar cozer em fogo alto durante 30 min. Servir com vegetais estufados, feitos com tomate picado, coentro, cebolas e alhos verdes, e molho de soja.


Gamedude não quis ir connosco a Bristol - mas gostou que a avó lhe cortasse o cabelo aqui em casa. Assim vamos promovendo a auto-suficiência... Faça você mesmo! Aprenda você mesmo! As escolas tornaram as pessoas dependentes - dependentes dos "especialistas"!


"E, de repente, o país ficou cheio de especialistas. Especialistas em generalidades. Especialistas instantâneos. Ninguém está a salvo. Não vale a pena fugir. Eles estão em todo o lado, nas rádios, nas televisões, nos jornais, nos blogues, nas paragens de autocarro, nas salas de espera dos consultórios, nos bancos de jardim, nas mesas de milhares de cafés por esse país fora." - Rui Baptista