1) Rotula, separa e categoriza os seres humanos. Com base no nível de sucesso escolar, cria uma rígida hierarquia social consistindo numa pequena elite de "doutores" e uma grande maioria de "falhanços" e “iliterados”.
2) Impõe a uniformidade e padronização, propagando a perspectiva de que a diversidade é um obstáculo que deve ser eliminado a fim de salvaguardar o progresso da sociedade.
3) Espalha o medo, a insegurança, a violência e o silêncio através da imposição da sua disciplina quase militar.
4) Força os seres humanos a competirem violentamente uns contra os outros a fim de conseguirem obter escassos recursos em situações
vencer ou perder.

5) Com o objectivo de passar exames, obter diplomas e certificados e arranjar empregos, destrói o amor pela aprendizagem, suprime a motivação de aprender fora da escola e destrói a capacidade crítica e de auto-avaliação. Centralizando o controlo do processo da aprendizagem no nexus Estado-Mercado, retira o poder dos indivíduos e das comunidades.
6) Comodifica todos os seres humanos, a natureza, o conhecimento e as relações sociais, que se tornam algo a ser extraído, explorado, comprado e vendido.
7) Fragmenta e compartimentaliza o conhecimento, o ser humano e o mundo natural. Além disso, separa o conhecimento da sabedoria, experiência prática e contextos específicos.
8) Separa, de uma forma artificial, a racionalidade humana das emoções e espírito humanos. Impõe uma única perspectiva de racionalidade e lógica a todas as pessoas, desvalorizando assim muitos outros sistemas de conhecimento.
9) Priviligia a literacia (em alguns idiomas-elite) sobre todas as outras formas de expressão e criação humana. Leva as pessoas a não respeitarem as suas línguas locais, priorizando jornais, livros, televisão como as únicas fontes confiáveis de informação.
10) Reduz os espaços e oportunidades para 'válida' aprendizagem humana, ao exigir que todos eles sejam processados por uma instituição controlada centralmente. Cria divisões artificiais entre a aprendizagem e o lar, o trabalho, a brincadeira e a espiritualidade.
11) Ao desvalorizar a aprendizagem que ocorre através do trabalho manual, destrói a dignidade do trabalho.
12) Destrói os laços familiares e comunitários entre-gerações e aumenta a dependência do povo ao Estado-nação e Governo, à ciência, à tecnologia e ao mercado global.
Tradução livre. Podem ler o original, em inglês,
aqui.