quinta-feira, 4 de junho de 2009
Aprender no Mundo Real
Como sempre, cliquem no quadradinho de cima mais à direita e o livro ficará do tamanho do monitor. Para voltarem ao blogue cliquem outra vez no mesmo sítio.
Por onde andámos...
para ir buscar uma série de plantinhas prontas para o transplante.
Foram obtidas através do sistema freecycle, de que já falei aqui.
Estas são ervilhas,
e estas, cenouras: agora temos de separá-las e colocar cada uma no seu "vasinho", como a foto acima mostra.
E estas são beterrabas. Parece que temos de seguir o mesmo processo com elas; e eu devia começar a ler o livro em ver de ficar só a apreciar as ilustrações!UPDATE: E para os mais novos, especialmente os que moram em zonas urbanas sem acesso à terra, que tal construir uma horta suspensa para despertar a responsabilidade pela natureza e observar o processo de germinação?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Ensino doméstico: alternativa ao sistema público
Jackie optou pelo ensino doméstico (educação domiciliar no Brasil) depois de ter observado os efeitos negativos da escola nos amigos de sua filha Jessica.
Dois rapazes de 15 anos foram à sua clínica quiroprática. O primeiro era um cliente recente que passou o tempo olhando para o chão, quase insensível às perguntas de Jackie. O segundo, um adolescente todo entusiasmado sem quaisquer dificuldades de estabelecer contacto visual e iniciar conversa. O primeiro frequentava a escola, o segundo era educado em casa.
Esse incidente, assim como muitos outros, convenceu Jackie, 39, a optar pelo ensino doméstico.
"Observei uma diferença enorma", disse ela. "As crianças educadas em casa são muito mais participativas e eloquentes."
Assim, em vez de mandar a filha mais velha para o jardim de infância, começou a ensinar-lhe na mesa da cozinha, usando a biblioteca e programas da internet.
O tempo foi passando e Jackie tornou-se mais convencida de que o ensino doméstico era a melhor opção. Na escola, os amiguinhos de Jessica estavam desenvolvendo certas atitudes e aprendendo certas coisas que ela não queria para o filho. Isto para não falar dos métodos facilitados de avaliação e da ausência de consequências para erros.
"Não estou nada satisfeita com o sistema escolar", disse ela. "Ninguém se responsibiliza por nada. Deixam os miúdos passar de ano sem terem aprendido nada. Não é assim que as coisas funcionam no mundo lá fora."
Ruth Carpenter optou pelo ensino doméstico por razões semelhantes. Mãe de 3 filhos, sentia-se frustrada com histórias de salas superlotadas e professores com demasiado trabalho e falta de tempo para prestar atenção individual aos alunos.
"Para mim, não faz sentido", disse Ruth, 37.
Sua filha mais velha, Nicole, agora com nove, não estava pronta para o ensino formal. Começou a aprender em casa, ao seu próprio ritmo, e quando tinha idade suficiente para a 1 ª série, Ruth sabia que ela se iria aborrecer com os livros didáticos.
"Pareceu-me cada vez mais fácil seguir o ensino doméstico", disse Ruth.
Embora inicialmente a tomada de responsibilidade pela educação dos filhos parecesse uma tarefa gigantesca, Jackie agora vê que manter os três filhos em casa é mais simples do que enviá-los para outro lado.
"Para mim, o ensino doméstico é menos estressante do que lidar com autocarros, horários e trabalhos de casa", ela explicou.
Ruth explica que todos os pais têm as mesmas responsabilidades, mesmo que não se apercebam disso.
Alguns alunos têm trabalhos de casa que demoram horas a fazer e geralmente precisam da ajuda da mãe ou do pai. A única diferença entre isso e o ensino doméstico é que Ruth acaba as suas funções pedagógicas durante o dia, enquanto as outras famílias estão ocupadas até depois do jantar.
Apesar da sua desilusão com o sistema escolar, a sua filha mais nova não está aprendendo em casa.
Abby, 6, nasceu com um problema de saúde que requer tratamentos semanais, e recebe estes tratamentos no Centro de Tratamento Infantil de Ottawa como parte de um programa de educação especial.
Ruth acha que a escola - com apenas 21 alunos e muitos professores para dar atenção e ajuda às crianças - é, neste momento, a melhor opção para Abby, mas no futuro quer ensinar-lhe em casa.
"Depois do ensino doméstico é a segunda melhor opção", diz Ruth sobre a situação actual, e já decidiu que quando a filha mais nova não tiver idade para continuar a frequentar o centro de educação especial não a vai mandar para a escola.
"Eu não posso fazer isso", disse ela. "Não quero que ela seja prejudicada pelas falhas do sistema."
SOCIALIZAÇÃO
Ensino doméstico não significa estar enfiado em casa com os irmãos e os pais.
Lois Shepherd faz parte do conselho da Associação do Ensino Doméstico de Rideau Valley, um grupo de várias centenas de famílias que optaram por esta alternativa, incluindo as famílias de Ruth e Jackie.
Lois explica que a associação oferece muito apoio aos pais-educadores, como por exemplo a conferência anual realizada recentemente em Kanata. Organizam excursões e aulas, oferecendo aos jovens oportunidades educativas adicionais.
"Elas dão muita ajuda e apoio", disse Lois, referindo-se às outras famílias que seguem o ensino doméstico.
"O perigo do ensino doméstico é o isolamento", afirmou Ruth. "Os pais, mais do que as crianças, que têm sempre vários amigos, se não estiverem em contacto com outras famílias que praticam o ensino doméstico, podem às vezes sentir-se sozinhos."
Assim, as conexões com outras famílias que optaram por esta alternativa são importantes tanto para as crianças como para os pais.
Segundo Ruth, uma das primeiras coisas que as pessoas perguntam sobre o ensino doméstico é a questão da socialização.
A associação oferece muitas oportunidades para as crianças criarem amizades. Actividades organisadas pela igreja e encontros com amigos para brincar também ocupam seus horários.
"Elas dão-se muito bem com todas as crianças", disse Ruth sobre suas filhas.
"Os meus filhos não estão sendo privados de nada", acrescentou Jackie, cujas filhas fazem patinagem, aulas de natação, pertencem aos escuteiros e participam em programas organisados pela igreja.
Jackie diz que a grande vantagem do ensino doméstico em relação à escola é a flexibilidade.
"Transformamos tudo que fazemos numa experiência didática", disse ela, acrescentando que passam umas horitas com livros, mas a maior parte do dia é passado com jogos educativos e / ou excursões. Até uma ida ao supermercado torna-se uma lição matemática.
Lois diz que educar os 5 filhos em casa "é um compromisso de cada hora de cada dia." Mas que os seus filhos adoram a aprendizagem tranquila no lar - e os dias de folga em que fazem snowboard ou trabalho voluntário na igreja.
As pessoas que a conhecem ficam muitas vezes surpreendidas com o bom ajustamento dos seus filhos, educados fora do sistema escolar, embora o seu filho Joel tenha frequentado o liceu durante três anos.
Lois acha que embora acabar com as escolas não seja a solução, existem problemas suficientes com o sistema escolar para a levar a optar pelo ensino doméstico.
"As crianças não são ensinadas eficazmente sentadas em salas de aula com 30 alunos, cada um com seus interesses, experiências e habilidades únicas. Eu acho que isso não funciona. A única coisa que têm em comum é a idade. "
Em vez disso, Lois prevê que os filhos vão desenvolver uma vontade de saber precisamente por não serem obrigados a frequentar aulas padronizadas em horários fixos.
"Eu quero que eles aprendam a aprender, depois não terão limites. Eles possuem muita confiança naquilo que pensam e acreditam."
"Essa é a grande beleza do ensino doméstico" Jackie acrescentou. "Você pode fazer o que melhor se encaixa com a sua família."
No seu caso, isso significa manter um emprego a tempo inteiro na sua clínica de quiroprática. Seu marido, Brent, também trabalha, mas o horário flexivel de Jackie, que trabalha por conta própria, e a babá, permitiu-lhes evitar colocar os filhos em jardins de infância.
Nos dias em que Jackie está no escritório, os filhos lêem e fazem trabalhos, mas também usam livros didáticos quando a mãe está por perto.
Jackie observa as vantagens de deixar os filhos, Jessica, 8, Laura e Christopher (cinco e três), absorverem a informação no seu próprio ritmo, e acha que o ambiente familiar é melhor para a aprendizagem.
"Eles têm muita auto-confiança e um grande senso de quem são. A pressão do grupo não funciona com eles da maneira como funciona com as crianças escolarizadas."
Jackie ainda não decidiu se os filhos vão precisar de um diploma oficial do ensino médio ou pós-secundário, e não os está pressionando.
"Quero dar-lhes a oportunidade de serem crianças. Não acho que isso seja negativo."
terça-feira, 2 de junho de 2009
Aprender a identificar flores
Alguma de vocês tem algumas dicas?
Sabem de alguns bons sites na internet?
Esta é a única que sabemos: a flor do morangueiro!
As outras são flores silvestres daqui do sul da Inglaterra
mas não sabemos os nomes delas.Engraçado como a mente gosta de rotular tudo aquilo com que entra em contacto, e como muitas vezes acaba confundindo o rótulo com o objecto, esquecendo-se de que o nome não é a coisa observada e que lá porque deu nome à coisa isso não significa que, de facto, conheça a coisa.
Afinal, a percepção directa, a percepção visual de formas e cores, a percepção de odores, a percepção táctil através do manuseamento, e até, neste caso, a gustativa, porque há muitas flores comestíveis, é a base de todo o conhecimento. O resto, muitas vezes, são teorias...
E assim vamos da observação da natureza à fotografia e da botânica à epistemologia; o processo flui espontaneamente, seguindo a curiosidade natural, totalmente relacionado com a vida, compreendendo intuitivamente a inter-conectividade de todas as coisas e recusando-se teimosamente a compartimentalizar o conhecimento em disciplinas separadas: bem vindos ao ensino doméstico, bem vindos à aprendizagem autónoma, bem vindos ao unschooling!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Quem souber que explique
domingo, 31 de maio de 2009
Número recorde de crianças educadas em casa
Em Lincolnshire, o número de crianças educadas em casa desde 2002 mais que quadruplicou. Pensa-se que um dos principais factores por trás desta tendência seja a melhoria no acesso à internet em casa.
Informação recebida da Câmara de Lincolnshire revela que actualmente 417 jovens estão a aprender em casa. Este salto de mais de 460% - em 2002 apenas 89 crianças estavam no ensino doméstico - é visto pelas autoridades educacionais como parte de uma tendência crescente a nível nacional.
Mas os "peritos" têm tido dificuldades em identificar as verdadeiras razões para a mudança. O acesso aos recursos educativos na internet é visto como um factor-chave. Más experiências na escola é outro factor, e outro ainda o facto de que os pais estão mais conscientes das várias opções disponíveis no que toca à educação dos filhos.
Legalmente, as crianças não são obrigadas a ir à escola, mas devem receber uma educação algures. Chris Rogers, um professor de violino, e sua esposa Susanna Matthan optaram pelo ensino doméstico para a filha Asha (11) desde a sua infância. E está convencido de que a tendência para o ensino doméstico vai continuar no futuro:
"A maior parte dos pais opta por mandar os filhos para a escola e por transferir toda ou a maior parte dessa responsabilidade para a escola. Mas muitos pais tornam-se desconectados dos filhos, especialmente durante o ensino secundário. As crianças desenvolvem-se muito melhor quando os pais estão envolvidos na sua educação."
O número de jovens no ensino doméstico, ou educação domiciliar, foram divulgados ao Echo sob o Freedom of Information Act. Nestes últimos 2 anos houve um aumento de 8% - e os funcionários da DRE acham que o número irá provavelmente continuar a aumentar.
Há sempre uma primeira vez
para comprar sementes
e plantar ervilhas, couves e beterrabas na horta;
para perceber o valor de certos objectos,
e plantar morangos no quintal.
Há sempre uma primeira vez para ver as flores desabrochar,
e comer geleia de toranja feita por nós em casa.
E também há sempre uma primeira vez para receber o prémio do blogue dourado, "um prêmio que homenageia os melhores blogs e tem sua simbologia nas cores que utiliza. A cor azul representa paz, profundidade e imensidão. A cor dourada a sabedoria, a riqueza e a claridade das idéias. O prêmio em si representa a união entre os blogueiros."Obrigada Marise, do Filosofar é preciso!!!
Vão lá ver o blogue dela que vale a pena!
sábado, 30 de maio de 2009
O Mundo de Sofia
"Na escola, tornava-se-lhe difícil concentrar-se no que o professor dizia. Achou que ele falava apenas de coisas sem importância. Porque é que ele não falava antes acerca do que é um ser humano - ou do que é o mundo, e qual fora a sua origem?
Experimentava uma sensação que nunca experimentara antes: na escola e por toda a parte as pessoas ocupavam-se apenas com coisas fúteis. Mas havia questões importantes e difíceis, cuja resposta era mais importante do que as disciplinas normais da escola. Teria alguém respostas para estes problemas? De qualquer modo, Sofia achava mais importante refletir sobre eles do que aprender de cor os verbos irregulares.
A importância de desaprender
Sofia passeava pelo grande jardim. Procurava esquecer tudo o que aprendera na escola. O mais importante era esquecer o que tinha lido nos livros de ciências da natureza.
Se tivesse crescido naquele jardim, sem saber mais nada sobre a natureza, como é que veria a Primavera? Imaginaria uma explicação para o facto de, num certo dia, começar a chover? Inventaria uma explicação para compreender o facto de a neve desaparecer e o Sol despontar
no céu?
A pessoa mais sábia é a que sabe que não sabe
Mais sábia que quem? Se o filósofo queria dizer com isso que uma pessoa que sabia que não sabia tudo era mais sábia do que uma que sabia pouco e que pensava que sabia muito - sim, nesse caso não era muito difícil partilhar a sua opinião. Sofia nunca tinha pensado nisso. Mas quanto mais pensava, mais claro lhe parecia que, no fundo, saber que não se sabe é uma espécie de saber. Ela não conseguia imaginar nada mais estúpido do que pessoas que defendiam opiniões que julgavam irrefutáveis, quando, na realidade, nada sabiam sobre isso.
Em seguida, havia a frase sobre o conhecimento que vinha de dentro. Mas, sem dúvida, todo o conhecimento vinha primeiro do exterior passando depois para a cabeça das pessoas. Por outro lado, Sofia lembrava-se bem de situações em que a sua mãe ou os professores, na escola, tinham tentado ensinar-lhe qualquer coisa em que ela não estava interessada. Se aprendera de fato alguma coisa, também tinha, de algum modo, contribuído para isso. Podia acontecer-lhe compreender algo subitamente - e era isso que era designado por "saber".
Sócrates e o desejo de não ensinar
O que distinguia, na verdade, a actividade de Sócrates era o seu desejo de não ensinar os homens. Em vez disso, parecia querer ele mesmo aprender com o seu interlocutor. Assim, não ensinava como um vulgar professor de escola: dialogava.- Ultimamente, andas com a cabeça nas nuvens, Sofia.
Sofia respondeu sem refletir:
- Passava-se exatamente o mesmo com Sócrates!
- Sócrates?
A mãe esbugalhou os olhos.
-Que pena ter de o pagar com a vida - continuou Sofia muito pensativa.
- Sofia! Já não sei o que hei-de fazer!
- Sócrates também não. A única coisa que ele sabia era que não sabia nada. E, no entanto, era o homem mais sábio de Atenas. A mãe ficou pura e simplesmente estupefata. Por fim, afirmou:
- Aprendeste isso na escola?
Sofia abanou energicamente a cabeça.
- Aí não aprendemos nada... A grande diferença entre um professor e um verdadeiro filósofo é que o professor acha que sabe muito, e procura constantemente colocar à força na cabeça dos alunos aquilo que sabe. O filósofo procura ir ao fundo das questões com os seus alunos.
Darwin: o rapaz que dizia bobagens e não fazia nada de útil
Vamos começar pelo próprio Darwin. Nasceu em Shrewsbury em 1809. O seu pai, o doutor Robert Darwin, era um médico conhecido e foi muito severo na educação do filho. Quando Charles freqüentava a escola superior de Shrewsbury, o reitor descreveu-o como um rapaz que vadiava e dizia bobagens, sem fazer nada de útil. Por útil, entendia ele o estudo dos verbos gregos e latinos. E quando falava de vadiar pensava no facto de Charles coleccionar todo o tipo de coleópteros.- Deve ter-se arrependido dessas palavras.
- Ainda durante o seu curso de teologia, Darwin já se interessava mais por aves e insectos que pelos estudos.
Por isso, não fez nenhum exame em teologia com boa nota.
Podem ler o livro na internet, aqui.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Mãos na terra
Passei o dia a cavar: retirando pedras e raizes e afofando o terreno, para preparar pelo menos um bocadinho do solo para cultivo.
E ainda falta tanto! O pedaço que preparei está ali no centro, perto do balde. Visto daqui parece tão pequenino!
Às tantas tive de fazer um intervalo e fui dar uma volta pelos talhões.
Estava a precisar de ideias e de inspiração!
Havemos de ter um galinheiro. Não sei quando, mas está resolvido.
Ainda no outro dia recebi um email para salvar galinhas dos aviários e fiquei com vontade de salvar umas quantas mas por enquanto ainda não temos condições para isso. Mais uma coisa para investigar!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Por onde andámos...
Edgar Faure et al., Learning to be: The world of today and tomorrow (1972) Fotos tiradas durante um passeio até Kings Weston, Bristol.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Por onde andámos...
Ontem fomos até ao centro da cidade (Bristol),
e resolvemos ir até ao museu para ver a exibição de arte.
Infelizmente a galeria estava fechada (ontem foi feriado)
mas a réplica do Biplane (Boxkite), pendurada no tecto do hall principal captou a nossa atenção.
Foi construida em 1963 para o filme Those Magnificent Men in their Flying Machines.
Está no museu porque os 76 Boxkites foram manufacturados nos arredores de Bristol.
No museu há objectos interessantes pendurados por todo o lado.
Confesso que não aprecio muito a confusão e o ritmo da cidade
e senti um alívio enorme ao regressar a casa...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Ensino doméstico para crianças especiais
Uma dúzia de amigos e familiares de Henry, um menino autista com 4 anos, foi ao céu angariar £ 3.500 para contribuir para a sua educação domiciliar.
O corajoso grupo, liderado por Warwick, o pai do menino, reuniu-se perto de Bicester, Oxfordshire, para um gigantesco esforço: saltarem de paraquedas!
O dinheiro vai apoiar a campanha de angariação de fundos, Helping Henry, que visa conseguir £ 10.000 para o ensino doméstico e o tratamento da criança. Os pais querem usar o programa Son-Rise, desenvolvido na América por pais de crianças com autismo.
Cerca de 60 amigos e famiriares apareceram no aeroporto para apoiar os paraquedistas. Warwick disse: "Nós tivemos um dia fantástico e conseguimos arranjar cerca de £ 3500, o que vai fazer uma grande diferença para Henry."
Henry andava na escola mas depois de ter sido diagnosticado com autismo em Junho de 2007 os pais, que completaram programas de formação centrados no desenvolvimento da atenção e das competências sociais do filho, decidiram educá-lo em casa.
Warwick: "Depois de termos observado as mudanças positivas no nosso filho estamos confiantes de que o ensino doméstico e o método Son-Rise é o melhor para Henry."


















