


A maior parte dos pais manda os filhos para a escola sem saber que tem o direito de os educar em casa. Em Portugal, como em vários outros países, o ensino doméstico é legal, definido como "aquele que é leccionado no domicílio do aluno, por um familiar ou por pessoa que com ele habite".
![]() Kristy Bennett com William, 2, ao colo, ensinando seu filho Karl, 5, em casa. - Foto de Tait Schmaal Kristy Bennett decidiu que o ensino doméstico é a melhor opção para a família. Acredita ser capaz de proporcionar oportunidades educacionais aos filhos que vão ao encontro dos seus estilos individuais de aprendizagem. "Nós adoramos passar tempo com nossos filhos", disse ela. "O ensino doméstico proporciona a flexibilidade necessária para os nossos filhos poderem conhecer e partilhar experiências com pessoas das mais diversas faixas etárias e dos mais variados backgrounds culturais e religiosos. Isto é algo que seria impossivel no ambiente tradicional da escola. Como sou uma mãe que trabalha em casa e educa seus próprios filhos, tenho a liberdade de viajar com eles sempre que a oportunidade surge, o que lhes permite experienciar a diversidade da Austrália." Beverley Paine, a grande defensora australiana do Ensino Doméstico que educou os três filhos em casa e escreveu vários livros sobre o assunto - disse que os pais optam pela educação domiciliar por várias razões: "Têm a convicção de que podem satisfazer as necessidades educacionais dos filhos melhor do que as escolas... E há aqueles que se sentem frustrados ao ver os filhos perderem o interesse pela aprendizagem e começarem a ficar para trás, ou ao vê-los num nível que consideram baixo para a idade que têm", disse ela. "O ensino doméstico adapta-se rapida e fácilmente aos estilos e necessidades individuais de aprendizagem e por essa razão se torna muito eficiente para a aprendizagem. Além disso, deixa mais tempo livre para as crianças aprenderem brincando e explorando o seu meio-ambiente através dos seus interesses e hobbies." |
A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas. - Johann Goethe
Nunca imites ninguém. Que a tua produção seja como um novo fenómeno da natureza. - Leonardo da Vinci
Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. - Paulo Coelho
O segredo não é correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. - Mário Quintana
Se através da alienação o homem torna-se alheio de si, este deixa de pertencer a si mesmo, “(...) o homem perde não apenas a identidade de si mesmo, a consciência de si, mas passa a pertencer ao objeto, à coisa, ao outro. (...) Sua vontade é assim a vontade de outro: ele é coisificado."
"(...) o educador imagina que serve ao saber e a quem ensina mas, na verdade, ele pode estar servindo a quem o constitui professor, a fim de usá-lo, e ao seu trabalho, para os usos escusos que ocultam também na educação – nas suas agências, suas práticas e nas idéias que ela professa – interesses políticos impostos sobre ela e, através de seu exercício, à sociedade que habita. E esta é a sua fraqueza. "
"Nossas escolas são construídas segundo o modelo das linhas de montagem. Escolas são fábricas organizadas para a produção de unidades biopsicológicas móveis, portadoras de conhecimentos e habilidades. Esses conhecimentos e habilidades são definidos exteriormente por agências governamentais a que se conferiu autoridade para isso. Os modelos estabelecidos por tais agências são obrigatórios, e têm a força de leis. Unidades biopsicológicas móveis que, ao final do processo, não estejam de acordo com tais modelos são descartadas. É a sua igualdade que atesta a qualidade do processo. Não havendo passado no teste de qualidade-igualdade, elas não recebem os certificados de excelência ISSO-12.000, vulgarmente denominados diplomas. As unidades biopsicológicas móveis são aquilo que vulgarmente recebe o nome de “alunos”. "
Como aqui não há praia, os fins de semana
são geralmente passados nos parques, bosques, florestas.
Quisemos ir lá ver os veados, que são tão bonitos...
Aqui estão: já nem sei se são veados, cervos, corças ou gamos!
Ficámos com vontade de andar de cavalo... mas essa ficará para a próxima! Hoje, para acabar, deixo-vos mais uma photostory.
amoras silvestres, etc.
a caminho de um centro de budismo no sul do País de Gales. O centro tem um "prayer path" muito bonito, ideal para fazer meditação andando, uma prática muito agradável que vou partilhar com vocês, depois da photostory que fizemos da nossa "visita de estudo" (música de Oliver Shanti & Friends, do álbum Tibetiya).
Caminhamos devagar, sem o objectivo de chegar a uma destinação predeterminada, apenas pelo simples prazer de andar, de tocarmos o momento presente, conscientes da respiração e da caminhada, sem preocupações nem ansiedades, sem pensar no futuro nem no passado, experienciando o aqui e agora, caminhando como se fôssemos os seres mais felizes da Terra.
Caminhamos ligeiramente mais devagar do que normalmente e coordenamos a nossa respiração com nossos passos. Por exemplo, podemos dar três passos para cada inspiração e três passos para cada expiração.
Conscientes do contacto entre os pés e o solo, andamos como se estivessemos beijando a Terra com os nossos pés. Já prejudicámos tanto o nosso planeta... mas agora oferecemos-lhe a nossa paz e serenidade.
Quando vemos algo bonito — uma árvore, uma flor, uma estátua - podemos parar e contemplar. Mas permanecemos atentos à respiração, para que os nossos pensamentos não nos façam esquecer a beleza daquilo que nos despertou a atenção.
Quando quisermos, retomamos a nossa caminhada, com cada passo revitalizando o nosso corpo e a nossa mente; mas isso só será possível se não pensarmos no passado nem no futuro, se soubermos que a vida só pode ser vivida no momento presente.
Geralmente andamos sempre a correr de um lado para outro, tentando obter isto ou aquilo. Sabemos exactamente aonde queremos chegar. Isso pode ser útil, mas às vezes esquecemo-nos de apreciar a caminhada e o percurso.
Na meditação a andar o objectivo não é chegar mas experienciar a felicidade e a paz interior aqui e agora.
Parece que, naquele tempo, as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos olhassem decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam. As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. O acto de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente."
uma pequena cidade no noroeste de Wiltshire, a uns 30 Kms daqui.
Foi um domingo bem passado neste edifício histórico, ouvindo um monge tibetano falar sobre meditação, altruismo, amor e compaixão.
filmar uma aula de Tai Chi, uma forma de meditação em movimento muito boa para a saude (se quiserem podem dar uma espreitadinha aqui).
"Propondo novas leis de frequência escolar, o Governo sueco está tentando roubar às crianças do país o direito ao ensino doméstico.