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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Por onde andámos: St Nicholas Market

Dentro do St Nicholas Market, em Bristol, há um pequeno café /takeaway onde podemos saborear a comida tradicional portuguesa, como a feijoada, frango piri piri e ervilhas com bacon, linguiça e ovos.

Outras ofertas incluem almondegas e bacalhau com natas.

A minha amiga Sheila, uma psicoterapeuta fabulosa, escolheu filetes de peixe com arroz de tomate - foi a primeira vez que provou a comida portuguesa.

Eu escolhi carne guisada com arroz, batatas e salada. As amigas vegetarianas que me perdoem, porque eu ainda como carne 1 ou 2 vezes por semana; costumo dizer que sou 80% vegetariana!

Até bebi um sumol de laranja, coisa raríssima por estas bandas. E para sobremesa, pastéis de nata com canela, estavam uma delícia! No mercado também há uma lojinha portuguesa, é pequenina mas é melhor que nada!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O que andamos a cozinhar...

Salada de cuscuz com cenoura ralada, pimentos e especiarias tibetanas, pinhões e sementes de sésamo e girassol

terça-feira, 6 de julho de 2010

Ensino domiciliar, dislexia e horticultura

James Callicott, 15, é o designer de jardins mais jovem. Para ele, a jardinagem é mais que um hobby, e mais que a melhor carreira do mundo: tem-lhe ajudado a superar a dislexia e a aprender a ler.


"Eu tive imensas dificuldades por causa da minha dislexia; não sabia ler e por mais que tentasse as palavras simplesmente não faziam sentido."


"Saí da escola para ser educado em casa pela minha mãe mas continuei com problemas na aprendizagem até ao dia em que me deram uma cópia da revista Gardeners' World."


"Tinha motivação para ler porque queria saber como é que os jardins eram criados, por isso passava horas debruçado sobre as revistas - e, gradualmente, a minha leitura começou a melhorar."


"Agora, sinto imenso prazer ao ler e memorizar listas e listas de nomes de plantas. Adoro a jardinagem!"


Trecho retirado deste artigo publicado hoje no Guardian. As fotos foram tiradas no fim de semana passado durante uma visita ao Jardim Botânico da Universidade de Bristol.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cactos, cactos e mais cactos

Nunca tinha visto tantos cactos!

Aprendi que são aproximadamente 84 gêneros e 1.400 espécies!

E estas são apenas algumas amostras!

Bem bonitos, não acham?

domingo, 4 de julho de 2010

Ervas Medicinais Chinesas

Visita ao Jardim Botânico da Universidade de Bristol, único na Europa por ser um local de aprendizagem...

Ontem à tarde foi a comemoração do Cantinho das Ervas Chinesas.

A seguir à abertura oficial houve uma demonstração de Tai Chi e visitas guiadas explicando a filosofia do jardim e as propriedades medicinais de várias plantas.

Como alguns de vocês sabem, o Alan (meu marido, que faleceu de repente há 4 meses), para além de ter sido professor de Tai Chi e acupuncturista também praticava a fitoterapia chinesa. Daí o interesse!

Mas o mais engraçado foi que ainda há uns dias estava eu a mostrar estes livros ao Daniel, na sequência de uma conversa sobre um jogo em que certas ervas restoram a saúde das personagens, e depois recebi um email de uma amiga nutricionista a informar-me sobre este evento.


Coincidências, ou sincronicidades?

sábado, 3 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que ando a aprender


Podem ouvir aqui. Também tenho andado a tocar este saltarello... E a divertir-me com uma amiga que toca saxofone, desta vez com mantras em ritmo de bossa nova!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Relatório sobre o Ensino Doméstico

Relatório Final sobre Alunos em Ensino Individual / Doméstico 2008/2009, elaborado pela DSAPOE (Direcção de Serviços de Apoio Pedagógico e Organização Escolar do Ministério da Educação)

Relatorio_ID_2008_2009_versao_pbl

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Diferença entre escola e homeschooling

O ensino domiciliar está crescendo rapidamente por todo o mundo à medida que cada vez mais pais vão chegando à conclusão que a educação institucionalizada não está a resultar para muitas crianças. Estar sentado numa sala de aulas dia após dia com colegas da mesma idade não garante uma boa experiência intelectual, emocional ou educacional.

Uma olhada nas notícias sobre o modo como as crianças são maltratadas e torturadas pelos colegas deveria ser prova suficiente de que as escolas tradicionais são lugares perigosos para se estar. A escola coloca a segurança dos nossos filhos em risco e, para além disso, não é capaz de lhes proporcionar uma educação personalizada adequada aos seus interesses e às suas necessidades individuais.

Ler o resto aqui.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Unschooling: aprendizagem livre

Amy Lemmon diz que todos os dias são diferentes para os 6 filhos. Todos eles são educados em casa - praticam o unschooling!

Basicamente, Amy usa os acontecimentos do dia-a-dia para educar os filhos: Willy, de 1 ano de idade, Sam, 2 anos, Rick, 4 anos, Jacob, 9, Allyson, 12, e Caitlyn, 15.

"Eu acredito que educação é a nossa vida diária", disse ela. "Estou convencida que tudo o que fazemos, desde ir ao supermercado, onde as crianças vão adicionando os preços dos produtos que vamos comprando... enfim, tudo é aprendizagem.... na minha opinião, não precisamos estar sentados numa mesa para aprender."

O site unschooling.com descreve a abordagem. Em geral, os unschoolers estão preocupados com a aprendizagem e a educação, e não com"escolarização". O foco está nas escolhas feitas individualmente por cada criança, e essas escolhas podem variar de acordo com o estilo de aprendizagem e o tipo de personalidade."

Ler o resto aqui.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Kristen Stewart foi educada em casa


Atriz em Twilight Saga, Kristen Stewart revelou que deixou de frequentar a escola aos 14 anos de idade para poder se dedicar à carreira.

Conversando com o News of the World, Kristen, agora com 20 anos, disse:

"Sinto-me muito feliz por ter tido a oportunidade de fazer esses filmes. Fiquei felicíssima quando deixei a escola. Eu não tinha nada em comum com os outros miúdos da minha idade. Eles eram horríveis e não me davam nenhuma chance. Nunca fui do tipo de andar a gabar-me do que estava a fazer, por isso não tive muitos problemas até ao dia em que alguém viu um filme que tinha feito. Eu bem tentei mudar de assunto mas virei alvo de muito falatório."

Tendo deixado os corredores da escola, Kristen conseguiu o diploma do ensino médio depois de uns anos de ensino domiciliar.

Visualizar aqui.

domingo, 27 de junho de 2010

Por onde andámos: Lam Rim

Ontem fomos até ao País de Gales,

passar o dia no centro de budismo tibetano em Penrhos, Raglan.

Houve tempo para tudo: ouvir os ensinamentos de Geshe Damcho-la,

almoçar, conversar, passear, relaxar, etc, etc...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Governo sueco contra o homeschooling

Um estudo independente sobre as propostas do Governo sueco para nova legislação do ensino domiciliar...

AN INDEPENDENT STUDY AND CRITIQUE OF THE SWEDISH GOVERNMENT’S PROPOSED NEW LEGISLATION BANNING HOMESCHOOLING

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ryan Gosling foi educado em casa

Sabiam que Ryan Gosling, o actor e músico canadense famoso pelo seu papel em Diário de Uma Paixão e Tolerância Zero, foi educado em casa?

Os pais divorciaram-se quando Ryan era pequeno e a mãe deixou de trabalhar para praticar o ensino doméstico a partir da quinta série, por causa dos problemas que Ryan estava a ter com colegas na escola. Depois de deixar o ensino domiciliar, Ryan foi estudar para o Cornwall Collegiate e Vocational School.

Ryan venceu o Independent Spirit Award e o National Board of Review Award de "Melhor Actor" pela actuação em Half Nelson, pelo qual também foi nomeado ao Oscar. Além desses, foi indicado para o Screen Actors Guild Award e nomeado pelo Screen Actors Guild para Melhor Actor de Cinema por A Garota Ideal.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Equilibrio Trabalho - Família

Há um ano, Michael Sherman, 38 anos, abandonou o escritório na firma de Direito e passou a trabalhar no seu escritório em casa, reduziu a sua carga horária para menos de metade e começou a educar os 4 filhos em casa.

Curiosos? Visualizar aqui.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Terceira Vaga na Educação: Pensar o impensável

Questionar o estado actual da Educação

A escola deve ser um lugar onde as crianças vão porque querem ir? Sim.
A escola deve ser um lugar onde as crianças só vão se quiserem ir? Sim.

Este artigo questiona o modo actual de educar os nossos filhos, não do ponto de vista escolar mas a partir de estudos sobre as famílias que optam por não usar o sistema estabelecido pelo governo e seus filhos, crianças educadas fora da escola.

Tempo de Mudança

Há muitas pessoas importantes questionando o sistema de ensino e dizendo que este tem que mudar. Don Foster, membro do parlamento britânico, diz-nos que:

"À medida que nos aproximamos do próximo milênio, o maior desafio à nossa frente é o de desenvolver um sistema de educação do berço ao túmulo e realmente inclusivo, onde o acesso à aprendizagem esteja disponível a todos independentemente da idade que possam ter. Não devemos fazer as mesmas coisas de uma maneira melhor, mas devemos fazê-las de uma maneira totalmente diferente." (Foster, 1998)

E Tom Bentley, membro de DEMOS, um think-tank independente, e conselheiro de David Blunkett, Secretário de Estado da Educação e do Emprego:

"Essa aprendizagem não terá lugar apenas dentro de escolas e faculdades mas nas comunidades, locais de trabalho, e em família. Isto requer uma mudança na nossa maneira de pensar sobre a unidade educacional - da escola, uma instituição onde a aprendizagem é organizada, definida e contida, para o "aprendente", um agente inteligente com potencial para aprender com todos os encontros com o mundo ao seu redor. Sem essa mudança, o sistema de ensino não será capaz de fazer face às demandas do século XXI."

Podem ler o estudo de Paula Rothermel na íntegra, em inglês, aqui.

domingo, 20 de junho de 2010

Educar em casa, uma alternativa às escolas

Cada vez somos más las familias que decidimos hacernos cargo de la educación de nuestros hijos de forma integral y adquirimos el compromiso de educarlos en casa sin pasar por el sistema escolar.

La decisión de no escolarizar a los hijos no es fácil en una sociedad que tiene tan arraigada la creencia de que la escuela es necesaria para el desarrollo de las personas. Sin embargo, cuando uno adquiere consciencia de cómo funciona dicho sistema y de la gran influencia que tiene sobre los niños debe necesariamente preguntarse si está dispuesto a asumir ese riesgo, a delegar la responsabilidad sobre los propios hijos durante tantas horas al día, durante tantos días al año y durante tantos años en la vida.

Me pregunto si queremos que vivan su infancia y juventud a golpe de timbre, limitados por el calendario y el horario; si queremos que pasen los días haciendo lo que otras personas les dicen que deben hacer; si queremos que sean obligados a dedicar su tiempo a asuntos que quizás no les interesan; si queremos que sus formas de ver, pensar y sentir sean sustituidas por las de sus profesores o las de sus compañeros; si queremos que tengan que pedir permiso para hablar, levantarse, beber agua o ir al baño; si queremos que estudien cuando les dicen que estudien, que jueguen cuando les dicen que jueguen y que coman cuando les dicen que coman; si queremos que pasen sus años encerrados en una clase con otros veintitantos niños de su misma edad preparándose para el futuro, para ser algo en la vida y para tener un lugar en el mundo.

Podem ler o resto aqui.

sábado, 19 de junho de 2010

Homeschooling: uma opção para os pais

Filipinas - Enquanto milhões de estudantes frequentam a escola assistir às aulas, alguns ficam em casa; é o homeschooling, um estilo alternativo de educação, onde os pais assumem o papel de professores.

Na casa de Tina Lim, as filhas Hannah e Naomi não precisam usar uniformes ou apanhar o autocarro para ir à escola. A sala de aula delas é dentro de casa.

"Eu posso partilhar as coisas que considero importantes, como Jesus e a Bíblia. O meu papel é treiná-los no caminho que acho que elas devem seguir", disse Tina.

"Eu experimentei a escola", disse Hannah. Quando perguntámos se ela prefere a escola grande ou o ensino domiciliar, ela respondeu: "Eu prefiro aprender em casa porque assim posso passar mais tempo com a minha mãe."

Tina é dona de casa a tempo inteiro, o que lhe permite ter mais tempo para estar com os três filhos e ensiná-los. Na casa-escola, o horário é flexível mas Tina garante que todas as disciplinas são bem ensinadas, como Matemática, Ciências e História. Também fazem exames e Tina dá as notas.

Podem ler o resto aqui.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Citações: Eric Hoffer

- In a time of drastic change it is the learners who inherit the future. The learned usually find themselves equipped to live in a world that no longer exists.

- Reflections on the Human Condition‎ - Página 22, de Eric Hoffer - Publicado por Harper & Row, 1973 - 97 páginas

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Raptado pelo Estado


O caso de Domenic Johansson continua. Já tinha falado sobre este caso aqui, da história do menino de 8 anos que foi separado da família pelas autoridades suecas porque os pais decidiram educá-lo em casa. Este caso desencadeou um protesto a nível internacional por parte de grupos de direitos humanos, organizações americanas de ensino domiciliar e activistas na internet.

Podem ler mais aqui, um artigo com links para o blogue dos amigos de Domenic e para a página no facebook.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ensino domiciliar: forma alternativa de educação

As mulheres que optam por fazer uma carreira de mãe em tempo integral também podem optar por assumir o controlo total da educação dos filhos através da "escola em casa".

Em muitos países desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos, a "escola em casa", ou ensino domiciliar, é uma alternativa aceitável para a educação formal. E muitos pais no Brasil estão descobrindo que é um esquema que funciona muito bem.

Uma mãe, Cielo é Vilchez, já pratica a "escola em casa" com os 2 filhos há 9 anos:

"Isso é o que eu gosto sobre a educação em casa; os meus filhos ainda podem ter aulas, mesmo quando há um tufão", diz ela alegremente. No entanto, salienta que "os parâmetros de disciplina e os horários tem de ser claros com as crianças."

Visualizar o resto aqui.

domingo, 13 de junho de 2010

Pequenos cantores aprendem sem escola



Uma canção pelas crianças do grupo do ensino doméstico de Epson & Sutton. Mais aqui.

sábado, 12 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O prazer de uma vida simples

Ontem fui visitar um amigo que mora perto de Stroud,

uma vila onde o ensino domiciliar é normal,

onde muitos cultivam alimentos orgânicos,

optam por uma dieta vegetariana

e constantemente reinventam as suas vidas...


Foi um dia bem passado; que bom ter amigos!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Citações - A.S. Neill

A maior parte dos trabalhos que os adolescentes fazem na escola é pura e simplesmente um desperdício de tempo, energia e paciência. A escola rouba a juventude do seu direito de brincar e brincar e brincar, e coloca cabeças velhas sobre ombros jovens.
~ A.S. Neill

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Paul Simon - Kodachrome



When I think back
On all the crap I learned in high school
It's a wonder
I can think at all
And though my lack of education
Hasn't hurt me none
I can read the writing on the wall...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Saladas vivas...

e os morangos que plantámos pela primeira vez

no ano passado, lembram-se?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

Gever Tulley: Re-imaginar a Educação

Gever Tulley exorta-nos a deixar de pensar sobre a educação como algo que fazemos a outras pessoas e começar a pensar nas pessoas como "aprendentes" vorazes e auto-direcionados. A não perder.

sábado, 5 de junho de 2010

Christopher Paolini, escritor, educado em casa

Aos 15 anos de idade, Christopher Paolini decidiu escrever a sua primeira obra de ficção: Eragon. O resultado? Um contracto para três livros com a Knopf e a venda dos direitos para o filme à FOX 2000! O jovem autor atribui o seu sucesso ao ensino doméstico.



Podem ver o resto da entrevista aqui.

"O que fiz só foi possível porque os meus pais foram dedicados e gostavam de nós o suficiente para matricularem, a mim e à minha irmã, no ensino doméstico. A minha mãe, uma ex-professora do método Montessori e autora de vários livros para crianças, arranjou tempo para nos ensinar todos os dias. Além das lições dos livros escolares, ela deu-nos muitos exercícios para estimular a criatividade".

sexta-feira, 4 de junho de 2010

La educación en casa en España

No es educación a distancia ni una moda antisistema. La educación en casa, también conocida como homeschooling, es la alternativa preferida por muchas familias -dos millones de niños en Estados Unidos y más de 2.000 familias en España- de todas las clases sociales y creencias.

ALBA ha hablado con algunas de ellas de las que trasladamos muchos testimonios pero pocos nombres. ¿El motivo? En España este tipo de educación no es legal, aunque tampoco ilegal; simplemente no está regulado y las familias se encuentran a menudo con problemas con la Administración, que llega a acusarles de abandono de los hijos y a éstos de absentismo.

Continua aqui.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Unschooling: imaginem viver sem escola

Para a família Martin, o ritual matinal de ajudar a preparar e levar os filhos para a escola é um conceito estranho. Vivem como se a escola não existisse. Ficam em casa mas não estão praticando o ensino domiciliar - fazem o "unschooling". No seu mundo não existem livros didáticos, testes nem educação formal.

"Imaginem viver sem escola, como nos fins de semana. Nós acordamos, tomamos o café da manhã e depois dedicamo-nos às coisas que nos despertam o interesse", disse Dayna Martin, mãe de 4 filhos.

Dayna não acredita que os filhos precisam de ir escola para aprender. Faz parte de um movimento que segue uma nova abordagem à educação e à parentalidade.

Podem ler o artigo da ABC News aqui [inclui vídeo] e aqui.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ken Robinson menciona o ensino domiciliar

nesta palestra mais recente.


Fonte

domingo, 30 de maio de 2010

As crianças sabem aprender... até irem para a escola...

Fico muitas vezes confusa ao ler sobre a importância do "aprender a aprender." Parece ser a frase do dia entre os que se auto-descrevem como educadores progressistas, autores de livros, críticos da escola e os que promovem a participação nas instituições de ensino pré-escolar cada vez mais cedo.

Podemos treinar algumas crianças - assim como treinamos cães - a sentarem-se caladinhas, a ouvir, memorizar e regurgitar. E sem falarmos do crime que é o roubo da sua infância, esse treino não tem nada a ver com ensiná-las a aprender. Seria mais honesto admitirmos que é uma simples justificativa para arrebanharmos as crianças num lugar supostamente seguro para que os pais possam ir trabalhar.

As crianças não precisam de ser ensinadas a aprender; elas já nascem com essa capacidade.

Podem ler o artigo na íntegra, em inglês, aqui.

sábado, 22 de maio de 2010

Quando a escola é em casa

Há famílias que optam por ensinar os filhos em casa, sem a obrigação de cumprir horários e currículos rígidos. A lei portuguesa reconhece aos pais o direito de educarem os próprios filhos e a modalidade do ensino doméstico está a ganhar adeptos. A Notícias Magazine mostra o dia-a-dia de quatro famílias e dá conta das motivações que as levaram a assumir as rédeas do ensino nos primeiros anos de escolaridade. Alexandre, Catarina, Ísis, Merlin e Malte não escutam o toque da campainha para entrar ou sair da sala de aulas. Aprendem «ao ritmo da vida».

Podem ler o artigo, por Gabriela Oliveira e Eduarda Sousa, aqui.
[se o link estiver quebrado podem ler o resto nos comentários]

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Flexi-escola, o melhor dos dois mundos

Niamh, 6 anos e meio, está em casa no jardim à procura de ovos dentro do galinheiro. Depois, vai para dentro de casa ler enciclopédias cheias de imagens, pausando ocasionalmente para dizer ou perguntar algo. É quinta-feira e estamos no período escolar mas ela não está na escola. E também não vai à escola às terças ou sextas-feiras à tarde, embora esteja matriculada. Niamh não está a faltar às aulas - ela optou pela flexi-escola. Na Inglaterra, a educação partilhada entre a casa e a escola é uma opção legal para qualquer aluno desde que o director da escola concorde.

O número exacto de flexi-alunos no Reino Unido é desconhecido mas há pelo menos 400, principalmente nas escolas primárias, e os números estão a crescer lentamente. Alguns pais, como eu, querem um compromisso entre o ensino doméstico e escola em tempo integral. No início, eu pensei optar pela educação em casa para Niamh: queria que ela tivesse a oportunidade de aprender informalmente, de ter bastante liberdade e de passar tempo em família.

Como ex-professora primária sabia que tinha a capacidade de orientar a educação da minha filha mas não estava convencida que tinha tempo e energia para me comprometer a este projecto a tempo inteiro, e sabia que Niamh beneficiaria do contacto regular com outras crianças da sua idade. Ao pesquisar alternativas encontrei o livro "Free Range Education", uma coletânea de ensaios, um deles sobre a flexi-escola, ou seja, escola em tempo parcial. Para mim, a solução ideal!

Podem ler o artigo na íntegra, em inglês, aqui.

sábado, 15 de maio de 2010

Música na Comunidade - Minorias étnicas



Sound World foi um projecto de Música na Comunidade com pessoas idosas de minorias étnicas em Bath, Inglaterra. Uma vez por semana, durante 6 meses, trabalhei com o grupo no centro de dia. O projecto foi financiado pela Gulbenkian e coordenado por Awakening Community Music em parceria com Black and Other Ethnic Minorities Senior Citizens Project e North East Somerset Arts. Se quiserem ouvir mais, cliquem aqui e aqui.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Música na Comunidade - Saúde Mental II

Continuação daqui.



Steve nunca participava no grupo, preferindo ficar silenciosamente noutra sala. Um dia vim a descobrir que no passado tinha tocado saxofone mas tinha deixado de tocar há mais de 10 anos devido a uma depressão desencadeada pelo suicídio de um amigo. Era um amigo especial que na altura fazia parte do mesmo grupo musical que ele. Um dia, inesperadamente, apareceu com o saxofone e, ao ouvir-me brincar no teclado, resolveu juntar-se a mim. O resultado? Esta improvisação.

Tenho um blog privado sobre a Música na Comunidade.
Se quiserem acessar, enviem um email explicando o motivo da vossa curiosidade.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Música na Comunidade - Música & Saúde Mental

Agora que estou para começar um novo capítulo na minha vida resolvi fazer uma pausa e reflectir sobre o meu percurso antes de seguir caminho. Talvez vocês não estejam a par disto, mas durante anos dediquei-me à música na comunidade, usando a música como um meio para promover o desenvolvimento pessoal e comunitário. E neste momento estou envolvida num projecto comunitário de música e interespiritualidade.

Um dos projectos que facilitei envolveu vários grupos de pessoas que estavam sofrendo de problemas emocionais. O poder terapêutico da música é incrível. Através da música podemos satisfazer a nossa necessidade de auto-expressão, auto-conhecimento, conexão - com o eu, o outro e o todo (transcendência).



Trabalhei com este grupo durante umas 10 semanas. Os participantes não eram músicos nem nunca aprenderam música. O resultado foi este.

Infelizmente a foto não mostra todos os participantes mas mostra o James, à esquerda, uma das primeiras pessoas que conheci quando vim viver para a Inglaterra e que vocês talvez também conheçam: foi ele quem compôs everybody's gotta learn sometime. Muito simpático, deixou-nos usar o seu estúdio. Eu sou a que está meio agachada... Quase que me dá vontade de voltar a fazer este tipo de trabalho!

Aqui fica a letra:

Hearts and Minds

Going back through the years
Chasing out all those tears
Why you had to go away
When all that I wanted was for you to stay?

Hearts and minds, please be kind
Hearts and minds, please be kind
Hearts and minds, be kind

Take away, take away this pain
Don't give us too much strain
Take it easy you're not to blame
Stay sane and let us light the flame

All the pain you made me feel
Is it made belief or real
You always try to make me laugh
Help us get on to the right path

Continua aqui.

Ver também o meu blog sobre a Música na Comunidade.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Educada em casa, candidata ao parlamento

Nicola começou a estudar canto clássico no Trinity College of Music aos 14 anos de idade e foi educada em casa na fase do ensino secundário (10 ao 12 ano). Depois disso completou um mestrado em musicologia em Cambridge... e trabalhou como voluntária em Africa. Agora está prestes a tornar-se membro do parlamento a tempo inteiro, como podem verificar aqui.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Sabedoria de Confúcio


O mestre disse: Por natureza, os homens são próximos; a educação é que os afasta.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Homeschooling e Unschooling na India

Em Poone, na India, Urmila Samson fala sobre o Homeschooling e Unschooling com o objectivo de desencadear uma nova maneira de pensar sobre todas as esferas da educação.



Para que isto aconteça temos de começar com cada um de nós, olhando para o nosso interior, os nossos condicionamentos, a nossa experiência...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Deixem as crianças ir e vir livremente

Anne Sulivan com Hellen Keller em 1888

"Estou começando a suspeitar de todos os sistemas de educação especiais e elaborados. Eles parecem-me serem construídos sobre o pressuposto de que cada criança é uma espécie de idiota que tem de ser ensinada a pensar. Na verdade, se as crianças forem entregues a si próprias, pensarão mais e melhor, se bem que de uma maneira menos teatral.

Deixem-nas ir e vir livremente, deixem-nas tocar coisas reais, deixem que elas próprias combinem suas impressões, em vez de sentá-las dentro de salas de aula em mesinhas redondas, enquanto um professor de voz doce sugere que construam paredes de pedra com blocos de madeira, façam arco-íris com tiras de papel colorido ou plantem árvores de palha em vasos de flores.

Este tipo de ensino enche a mente com associações artificiais que têm de ser eliminadas, antes das crianças poderem desenvolver ideias independentes a partir de experiências no mundo real. " - Anne Sullivan

domingo, 2 de maio de 2010

Homeschoolers: músicos e dançarinos



O Clã Willis é uma família de músicos, dançarinos, escritores e artistas. Os 11 filhos aprendem em casa; o mais novo nasceu recentemente, o mais velho tem 17 anos.

"Imaginam um dia típico na nossa casa? É sempre uma loucura - no sentido positivo! É uma luta constante para manter a nossa programação e a nossa criatividade ", dizem os pais, Toby e Brenda.

A família de homeschoolers percorreu os Estados Unidos ganhando competições de música e dança. No verão passado alcançaram um nível que lhes permitiu competir na Irlanda.

Seguindo os passos da famosa banda irlandesa The Corrs, combinam música tradicional irlandesa com elementos pop e rock.

Fonte

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mais um livro sobre o homeschooling

Se pensam que o homeschooling é apenas para ideólogos da direita cristã determinados a proteger os filhos de pensamentos perniciosos, Laura Brodie irá concerteza fazer-vos pensar duas vezes.
A professora universitária de Inglês narra a sua incursão na educação em casa no livro Love in a Time of Homeschooling.

Ao ver a filha mais velha cada vez mais insatisfeita com a enorme regimentação do sistema escolar, Laura decidiu experimentar assumir a responsibilidade pela educação dela durante um ano, apesar do ceticismo do marido, família e amigos.

O que transpareceu foi um ano repleto de viagens de estudo e aulas de violino, bem como argumentos e frustração. Ao longo do ano Laura foi ficando cada vez mais crítica dos padrões de aprendizagem nas escolas mas, mais importante, o ano foi uma educação em si.

Fonte - Podem encomendar o livro aqui.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A familia que desescolarizou os filhos

Os filhos aprendem na "escola da vida", sem currículo nem livros didáticos .

A mãe e o pai são os encarregados de educação. Não há professores nem ensino formal. Os Beigler praticam o unschooling.

"Somos 100% responsáveis pela educação dos nossos filhos", disse Phil, pai de Shaun, que tem 13 anos, e de Kimi, uma adolescente de 15 anos de idade.

"Unschooling é a auto-aprendizagem ao longo da vida"
, continua Christine, a mãe.

"Kimi e Shaun podem explorar todas as áreas que lhes despertam o interesse. Não seguimos livros didáticos nem nenhum currículo. Eles não precisam de passar pelo mesmo processo de moldagem a que o resto dos outros miudos tem de se submeter. Temos-lhes dado toda a orientação que precisam, incluindo sobre o modo de tomar decisões - por exemplo, sobre o que aprender e quando", dizem os pais.

Podem ler o resto aqui, em inglês [inclui vídeo].

terça-feira, 20 de abril de 2010

Viver como se a escola não existesse

As crianças da familia Biegler vivem como se a escola não existesse. Esta abordagem à educação, conhecida como unschooling, permite que as crianças tomem as suas próprias decisões.

Não vão à escola mas não estão sendo educados em casa da maneira tradicional. O seu mundo não inclui livros didáticos, testes nem aulas formais.

E mais, esta abordagem liberal abrange outras áreas da vida dos filhos: eles tomam as suas próprias decisões, não seguem regras nem fazem trabalhos de casa.

Christine e Phil, de Massachusetts, dizem ser "unschoolers radicais." Deixam os filhos decidir o que querem aprender e quando querem aprender.

"O essencial é confiar nos nossos filhos ... confiar que eles vão descobrir os seus próprios interesses", disse Yablonski na entrevista que podem ver aqui [vídeo] e aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

Jornalista do ano foi educada em casa

O prémio de jornalista do ano foi para Caitlin Moran, que foi educada em casa. Aqui, ela descreve a sua experiência do ensino doméstico. Deixo-vos uma pequena passagem:

"Eu sou a mais velha de 8 filhos e todos nós fomos educados pelos nossos pais numa casa muito modesta com 3 quartos em Wolverhampton. Nenhum de nós foi à escola depois de 1986, quando eu tinha 11 anos.

O que toda a gente automaticamente pensa é que os nossos pais nos davam aulas, à maneira tradicional. Há 20 anos atrás - tinha eu 14 anos - teria-lhes muito seriamente informado sobre a natureza da educação em casa: sobre a aprendizagem direcionada pelas próprias crianças e o papel dos pais-educadores nesta filosofia educacional.

Porém, pelo menos durante estas 2 ultimas décadas, sempre que nos perguntam "Então, os teus pais é que davam as lições?", eu - e os meus 7 irmãos educados em casa - começamos simplesmente a rir histericamente, abanando a cabeça, ocasionalmente emitindo o estranho, incrédulo som: "Nãããão!!!!".

Fonte

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ensino doméstico & Necessidades Especiais

Alesha tem uma condição tão rara que nem os médicos têm nome para ela. Depois de uns tempos numa escola para crianças com necessidades especiais os pais chegaram à conclusão que o sistema de ensino não tinha a capacidade de ir ao encontro das necessidades da filha e decidiram educá-la em casa.

Mas depois começaram os problemas com a comissão de proteção às crianças. Eles perguntam: por que é que os pais de filhos saudáveis podem educar os filhos em casa sem problemas mas eles não? Dizem tratar-se de discriminação ao deficiente.

Podem ver o vídeo aqui, em inglês.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O dia em que a minha vida mudou

foi o dia em que tive de encarar o facto de que a escola estava destruindo o meu filho

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este é o título de um artigo publicado há 5 dias no Teachers Educational Supplement.

Trata-se da história de uma professora que acaba por descobrir as vantagens do ensino doméstico:

"Houve benefícios para toda a família e em termos de relacionamentos tem sido maravilhoso. Os meus filhos aprendem de uma maneira diferente e têm feito amizades lindas. Tenho achado fascinante observar de perto o modo como as crianças aprendem em ambientes naturais e como têm uma sede incrível de aprender. O ensino doméstico não é apenas uma maneira diferente de educar os nossos filhos: é uma forma de vida."

Podem ler aqui.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pedaços de papel...

Pedaços de papel sem valor nem significado excepto o que lhes é subjectivamente dado pela mente de cada um...

E aqui (do início até à pg.23) podem ver a arte da filha do Alan, agora em exibição na Galeria Brown.