MEC lança campanha de astrologia para alunos na internet, mas deleta posts logo depois de críticas de leitores de que tal campanha nasceu da influência de Olavo de Carvalho, que tem histórico de astrólogo, no ministro da Educação
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MEC lança campanha de astrologia para alunos na internet, mas deleta posts
logo depois de críticas de leitores de que tal campanha nasceu da
influência de...
sábado, 25 de dezembro de 2010
Feliz Natal a todos!
Falei sobre o nosso Natal Sem Compras aqui, mas isso não significa um Natal sem prendas! Que prenda melhor que dar o nosso amor?
Dar o nosso tempo, a nossa atenção, a nossa companhia? Dar afeto, apreciação, cooperação, consideração? Oferecer empatia, intimidade, respeito, apoio e calor humano? Ou partilhar a nossa presença com alegria, humor e harmonia? Ou dar inspiração, liberdade, espaço, esperança e compreensão? Que tal darmos e partilharmos coisas que o dinheiro não pode comprar?
So, let us give love :-)
[download gratuito da música aqui; letra nos comentários]
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Vídeo: 2 mães-homeschoolers de Arizona
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Entrevista com uma unschooler adolescente
Unschooler Cheyenne La Vallee: "Todo mundo tem a capacidade inata de ser entusiasmado e motivado."
Bem-vindo a esta entrevista com uma jovem unschooler! Se quiserem ler outras entrevistas com outros jovens que optaram pelo unschooling, cliquem aqui. E agora, apresento-vos Cheyenne La Vallee:

Eu sou uma jovem Skwxwú7mesh-Kwakwaka’wakw de British Columbia. Fui criada na comunidade Skwxwú7mesh (Squamish) de Xwmelch’stn (Capilano), em North Vancouver, mas os meus antepassados também vem da nação Kwakwaka’wakw na parte norte da Ilha de Vancouver. Durante o ano que passou tenho trabalhado com o meu irmão, irmã e outros membros da comunidade para reavivar a nossa cultura, língua e tradições. Especificamente, o trabalho que tenho estado a fazer envolve agricultura urbana, hortas comunitárias e conhecimentos tradicionais de plantas.
Quando te tornaste unschooler?
Tornei-me unschooler aos 13 anos de idade, quando deixei a escola depois de ter lido o Manual de Libertação dos Adolescentes de Grace Llewelyn. Mas, honestamente, todos nascem com as habilidades dos unschoolers, só que essas capacidades são arrasadas depois de alguns anos de escolaridade e consumo dos mass mídia. Todo mundo tem, em si, a capacidade de ser entusiasmado e motivado.
Há quanto tempo não frequentas a escola / praticas o unschooling?
Eu pratico o unschooling há 4 anos.
Quantos anos tens agora?
Tenho 17 anos de idade.
Se decidiste deixar a escola, podes falar um pouco sobre o que te levou a essa decisão, e como correu o próprio processo de saída (como reagiram os teus pais, amigos, professores, etc? Que desafios enfrentaste, e como os superaste?).
Na altura em que deixei a escola, a minha mãe foi eleita oficialmente na nossa comunidade e eu estava começando a prestar atenção às conversas ao meu redor, e ao que se estava a passar no mundo. Eu comecei a tomar consciência que as ideias e noções comuns que me haviam transmitido ao longo da minha vida não correspondiam à verdade, por isso quando numa tarde o meu irmão me emprestou o livro, foi como se me tivesse dado mais uma peça do puzzle. E também foi a ideia mais sã que já tive!
Nem todos concordaram, especialmente a minha mãe. Ela fez-me um ultimato, voltar para a escola ou arranjar um emprego, mas depois deixou passar. Eu enfrentei muita resistência dos membros mais velhos da família e dos pais dos meus amigos. Afectou os meus relacionamentos, o que é compreensível, pois era muito fora do comum. Eu tinha 13 anos e ninguém me conseguiu convencer, ameaçar ou subornar para voltar para a escola. A minha vontade era forte e estava escolhendo que tipo de vida queria viver. Em retrospecto, eu provavelmente teria abordado as pessoas de forma diferente.
Para ti, qual é a melhor coisa do unschooling?
Unschool é viver, pura e simplesmente. É sentir "fogo na barriga" e a mente a explodir, é estar sentado na sala numa noite de neve com uma xícara de chá lendo o nosso livro preferido até às tantas da manhã. É acordar às 5 da manhã para ver o sol nascer e depois voltar para a cama. É ver o estranho sentado ao teu lado tornar-se o teu melhor amigo numa hora. É viajar para ouvir o teu autor preferido dar uma palestra noutra cidade. É fazer trabalho voluntário na galeria de arte ou na livraria anarquista. É a vida e o que queres que ela seja.
Para ti, qual é a pior coisa do unschooling? Ou a mais difícil?
No início, eu tinha muitas perguntas (o quê, onde, como) e não tinha ferramentas para encontrar as respostas. Também tinha muito pouco apoio ou compreensão das pessoas de que eu mais precisava. Mandarem-te calar quando tentas falar sobre o unschooling realmente só faz perder a esperança, especialmente quando estamos fazendo algo praticamente sozinhos.
Que empregos ou maneiras de ganhar dinheiro tens - ou tiveste?
O meu primeiro emprego foi um programa de emprego e formação contra a opressão, baseado nas artes, oferecido por um centro de artes e mídia dirigido por jovens. Depois disso, trabalhei para um jardim comunitário, a cuidar do jardim, capinar e plantar, mas também fazendo perguntas sempre que podia. O último trabalho foi com uma organizacao sem fins lucrativos, Environmental Youth Alliance, como estagiária durante seis meses. Foi um trabalho tão gratificante! Éramos cerca de 12 estagiários, cuidando de três hortas comunitárias. Aprendi imenso sobre a cidade em que vivo, outras maneiras de viver e comer, jardinagem, e quão valiosos são os lugares comunitários.
Encontraste trabalho gratificante e agradável?
Definitivamente!
Achas que o unschooling teve impacto na facilidade ou dificuldade de arranjar emprego ou ganhar dinheiro?
Para mim, tornou mais fácil arranjar trabalho. Eu só tento arranjar trabalhos que me interessem, ou pelo menos que tenho motivos para querer faze-lo, como por exemplo querer economizar para determinado fim. Meu entusiasmo e obvio e acho que isso aumenta as minhas chances de arranjar o trabalho.
Achas que o unschooling teve um impacto nos métodos de ganhar dinheiro ou arranjar empregos que usas?
O material que li e encontrei on-line, como o livro de Grace Llewelyn, College Without High School de Blake Bole e seu site Zero Tuition College, assim como outros blogs sobre o unschooling ajudaram-se a descobrir maneiras diferentes de fazer as coisas em geral. Também me ajudaram a perceber que ganhar um salário mínimo não é a minha única opção. Há outras maneiras de arranjar dinheiro para fazer coisas bem legais.
Que impacto achas que o unschooling teve na tua vida?
Tem sido extremamente positivo. Ajudou-me a atravessar aquele reino superficial do que significa ser uma mulher indígena a viver nos tempos modernos. Antes, tudo que sabia sobre quem eu era, de onde vim, e o que eu queria ser, era controlado pela escola e pelos meus colegas, que é um lugar horrível para descobrirmos quem somos. O objetivo principal da escola e dos mídia, especialmente para as pessoas das Primeiras Nações, é assimilar-nos na sociedade ocidental. Depois de deixar a escola, comecei a participar mais na comunidade, participando em eventos culturais e aprendendo a minha língua, território e política.
Se pudesses voltar atrás, mudarias algo no teu percurso educacional?
Não, não mudaria nada; acho que não teria tanta compreensão sobre a vida sem os erros e os desafios que enfrentei. Mesmo que pudesse ter perdido alguma oportunidade por fazer coisas aparentemente não produtivas, existem e sempre existirão milhões de oportunidades no futuro.
Se tivesses filhos, farias o unschooling?
Sem dúvida, eu nunca mandaria os meus filhos para a escola obrigatória. Isso iria contra toda a minha vida!
Que conselho darias aos jovens que querem deixar a escola?
Sejam pacientes convosco, mas corajosos. Oiçam as pessoas que questionam se vocês estão certos ou errados mas depois sigam em frente. Só vocês podem definir a vossa vida.
Fonte
Bem-vindo a esta entrevista com uma jovem unschooler! Se quiserem ler outras entrevistas com outros jovens que optaram pelo unschooling, cliquem aqui. E agora, apresento-vos Cheyenne La Vallee:

Eu sou uma jovem Skwxwú7mesh-Kwakwaka’wakw de British Columbia. Fui criada na comunidade Skwxwú7mesh (Squamish) de Xwmelch’stn (Capilano), em North Vancouver, mas os meus antepassados também vem da nação Kwakwaka’wakw na parte norte da Ilha de Vancouver. Durante o ano que passou tenho trabalhado com o meu irmão, irmã e outros membros da comunidade para reavivar a nossa cultura, língua e tradições. Especificamente, o trabalho que tenho estado a fazer envolve agricultura urbana, hortas comunitárias e conhecimentos tradicionais de plantas.
Quando te tornaste unschooler?
Tornei-me unschooler aos 13 anos de idade, quando deixei a escola depois de ter lido o Manual de Libertação dos Adolescentes de Grace Llewelyn. Mas, honestamente, todos nascem com as habilidades dos unschoolers, só que essas capacidades são arrasadas depois de alguns anos de escolaridade e consumo dos mass mídia. Todo mundo tem, em si, a capacidade de ser entusiasmado e motivado.
Há quanto tempo não frequentas a escola / praticas o unschooling?
Eu pratico o unschooling há 4 anos.
Quantos anos tens agora?
Tenho 17 anos de idade.
Se decidiste deixar a escola, podes falar um pouco sobre o que te levou a essa decisão, e como correu o próprio processo de saída (como reagiram os teus pais, amigos, professores, etc? Que desafios enfrentaste, e como os superaste?).
Na altura em que deixei a escola, a minha mãe foi eleita oficialmente na nossa comunidade e eu estava começando a prestar atenção às conversas ao meu redor, e ao que se estava a passar no mundo. Eu comecei a tomar consciência que as ideias e noções comuns que me haviam transmitido ao longo da minha vida não correspondiam à verdade, por isso quando numa tarde o meu irmão me emprestou o livro, foi como se me tivesse dado mais uma peça do puzzle. E também foi a ideia mais sã que já tive!
Nem todos concordaram, especialmente a minha mãe. Ela fez-me um ultimato, voltar para a escola ou arranjar um emprego, mas depois deixou passar. Eu enfrentei muita resistência dos membros mais velhos da família e dos pais dos meus amigos. Afectou os meus relacionamentos, o que é compreensível, pois era muito fora do comum. Eu tinha 13 anos e ninguém me conseguiu convencer, ameaçar ou subornar para voltar para a escola. A minha vontade era forte e estava escolhendo que tipo de vida queria viver. Em retrospecto, eu provavelmente teria abordado as pessoas de forma diferente.
Para ti, qual é a melhor coisa do unschooling?
Unschool é viver, pura e simplesmente. É sentir "fogo na barriga" e a mente a explodir, é estar sentado na sala numa noite de neve com uma xícara de chá lendo o nosso livro preferido até às tantas da manhã. É acordar às 5 da manhã para ver o sol nascer e depois voltar para a cama. É ver o estranho sentado ao teu lado tornar-se o teu melhor amigo numa hora. É viajar para ouvir o teu autor preferido dar uma palestra noutra cidade. É fazer trabalho voluntário na galeria de arte ou na livraria anarquista. É a vida e o que queres que ela seja.
Para ti, qual é a pior coisa do unschooling? Ou a mais difícil?
No início, eu tinha muitas perguntas (o quê, onde, como) e não tinha ferramentas para encontrar as respostas. Também tinha muito pouco apoio ou compreensão das pessoas de que eu mais precisava. Mandarem-te calar quando tentas falar sobre o unschooling realmente só faz perder a esperança, especialmente quando estamos fazendo algo praticamente sozinhos.
Que empregos ou maneiras de ganhar dinheiro tens - ou tiveste?
O meu primeiro emprego foi um programa de emprego e formação contra a opressão, baseado nas artes, oferecido por um centro de artes e mídia dirigido por jovens. Depois disso, trabalhei para um jardim comunitário, a cuidar do jardim, capinar e plantar, mas também fazendo perguntas sempre que podia. O último trabalho foi com uma organizacao sem fins lucrativos, Environmental Youth Alliance, como estagiária durante seis meses. Foi um trabalho tão gratificante! Éramos cerca de 12 estagiários, cuidando de três hortas comunitárias. Aprendi imenso sobre a cidade em que vivo, outras maneiras de viver e comer, jardinagem, e quão valiosos são os lugares comunitários.
Encontraste trabalho gratificante e agradável?
Definitivamente!
Achas que o unschooling teve impacto na facilidade ou dificuldade de arranjar emprego ou ganhar dinheiro?
Para mim, tornou mais fácil arranjar trabalho. Eu só tento arranjar trabalhos que me interessem, ou pelo menos que tenho motivos para querer faze-lo, como por exemplo querer economizar para determinado fim. Meu entusiasmo e obvio e acho que isso aumenta as minhas chances de arranjar o trabalho.
Achas que o unschooling teve um impacto nos métodos de ganhar dinheiro ou arranjar empregos que usas?
O material que li e encontrei on-line, como o livro de Grace Llewelyn, College Without High School de Blake Bole e seu site Zero Tuition College, assim como outros blogs sobre o unschooling ajudaram-se a descobrir maneiras diferentes de fazer as coisas em geral. Também me ajudaram a perceber que ganhar um salário mínimo não é a minha única opção. Há outras maneiras de arranjar dinheiro para fazer coisas bem legais.
Que impacto achas que o unschooling teve na tua vida?
Tem sido extremamente positivo. Ajudou-me a atravessar aquele reino superficial do que significa ser uma mulher indígena a viver nos tempos modernos. Antes, tudo que sabia sobre quem eu era, de onde vim, e o que eu queria ser, era controlado pela escola e pelos meus colegas, que é um lugar horrível para descobrirmos quem somos. O objetivo principal da escola e dos mídia, especialmente para as pessoas das Primeiras Nações, é assimilar-nos na sociedade ocidental. Depois de deixar a escola, comecei a participar mais na comunidade, participando em eventos culturais e aprendendo a minha língua, território e política.
Se pudesses voltar atrás, mudarias algo no teu percurso educacional?
Não, não mudaria nada; acho que não teria tanta compreensão sobre a vida sem os erros e os desafios que enfrentei. Mesmo que pudesse ter perdido alguma oportunidade por fazer coisas aparentemente não produtivas, existem e sempre existirão milhões de oportunidades no futuro.
Se tivesses filhos, farias o unschooling?
Sem dúvida, eu nunca mandaria os meus filhos para a escola obrigatória. Isso iria contra toda a minha vida!
Que conselho darias aos jovens que querem deixar a escola?
Sejam pacientes convosco, mas corajosos. Oiçam as pessoas que questionam se vocês estão certos ou errados mas depois sigam em frente. Só vocês podem definir a vossa vida.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Livro: A Doença da Escolaridade Obrigatória

A Doença da Escolaridade Obrigatória: como as crianças absorvem valores fascistas, por Chris Shute
Este livro não é um livro escrito por um perito a fim de influenciar o pensamento de outros especialistas. É um livro baseado na experiência acumulada por um professor.
Digam o que disserem, as escolas estão a inculcar hábitos de subserviência na maioria dos jovens. E há argumentos sedutores para mantermos as crianças sob um controle estrito: torna-as mais fáceis de manusear, o que agrada os pais, enquanto que a sociedade em geral sente-se mais descansada, pois parece tornar mais segura e previsível a tarefa de tomar responsabilidade pela educação das crianças. No entanto, ao crescerem, muitos estudantes tornam-se taciturnos, anti-sociais e "filisteus"[1]. O processo parece ser satisfatório, mas os resultados são deploráveis.
Depois de 25 anos como professor, Chris Shute viu que estava envolvido numa forma microcósmica de fascismo. O livro demonstra como a escolaridade obrigatória, com seu imposto aparato de disciplina e controle, é perigosa para a saúde mental e o desenvolvimento social das crianças, e é de facto a causa de muitos problemas sociais que alega curar.
Shute tem a esperança de que um dia as crianças terão a possibilidade de utilizar as escolas como acha que estas deveriam ser usadas, como lugares onde qualquer pessoa que queira ajuda nos seus estudos possa recebê-la. Até então, Shute limita-se a comentar sobre as escolas tal como são actualmente, desafiando-nos a considerar a possibilidade de que o seu regime escraviza as mentes das crianças em vez de as libertar.
Fonte: aqui e aqui
[1] Wikipedia: Filistinismo é um termo pejorativo usado para descrever uma certa atitude ou conjunto de valores. Neste sentido, filisteu é a pessoa que despreza ou desvaloriza a arte, beleza, conteúdo intelectual ou os valores espirituais. São pessoas materialistas e a favor dos valores sociais convencionais, que assimilam sem pensar.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Lá fora, a neve continua
As fotos foram tiradas ontem,
mas hoje a neve continua a cair...
As probabilidades de um white Christmas são cada vez maiores!
Os meus pais, que vieram cá passar o Natal conosco,
nunca tinham estado neste tipo de clima.
Com o frio, a neve, o vento e as temperaturas de -10°C nem lhes apetece sair de casa!
mas hoje a neve continua a cair...
As probabilidades de um white Christmas são cada vez maiores!
Os meus pais, que vieram cá passar o Natal conosco,
nunca tinham estado neste tipo de clima.
Com o frio, a neve, o vento e as temperaturas de -10°C nem lhes apetece sair de casa!
Revista: Educação fora da escola III
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Revista: Educação fora da escola I
Revista: Educação fora da escola II
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Revista: Educação fora da escola I
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domingo, 19 de dezembro de 2010
Manifestação de blogs pelo direito de educar sem escolarizar
El Constitucional excluye la educación de los hijos en el domicilio familiar sin escolarizaciónConfirma la decisión de un juez de Málaga de escolarizar obligatoriamente a unos niños que hablaban cinco idiomas y daban lecciones de música, ciencias y matemáticas en el domicilio familiar
Na Espanha, o Tribunal Constitucional declarou o homeschooling ilegal. Depois de ler o artigo que traduzi para este post (abaixo), a impressão com que fiquei foi que embora a escolaridade obrigatória não seja exigida pela Constituição espanhola, o argumento usado é que, por outro lado, a Constituição também não proíbe ao legislador ordenar a frequência escolar nem de retirar aos pais a possibilidade de ensinar os filhos em casa.
Se aderirem à mobilização blogueira pela defesa do direito à educação fora da escola em Espanha, vivam onde viverem, coloquem o símbolo de protesto nos vossos blogs e adicionem o vosso "link" aqui. Se quiserem podem também partilhar os vossos pensamentos sobre a decisão do tribunal espanhol.
Juntem-se à manifestação de blogs e ajudem-nos a difundir palavras de liberdade e solidariedade às famílias que praticam o ensino domiciliar na Espanha.
Segue-se a tradução do artigo
Home schooling is not legal, rules Spanish Constitutional Court
O caso dos dois casais que educam os filhos fora da escola contra a vontade dos serviços sociais fracassou depois do Tribunal Constitucional ter decidido que na lei espanhola a educação em casa não é um direito e que as crianças têm que submeter-se a um sistema formal de ensino.
O Tribunal Constitucional (TC) declarou que a Constituição permite ao legislador estabelecer um sistema de educação básica obrigatória e não reconhece o direito dos pais de educar os filhos em casa.
Numa sentença que acaba de ser publicada, o Tribunal Constitucional ignorou os argumentos apresentados pelos dois casais de homeschoolers que estavam sendo pressionados pelos serviços sociais para enviarem os filhos à escola.
Sob a lei da Protecção de Menores, o Ministério Público pediu ao Tribunal que ordenasse a matrícula imediata das crianças na escola. Os pais argumentaram que "a Constituição não ordena a escolaridade obrigatória no sistema público" e salientaram que os seus filhos recebem uma educação mais adequada do que a educação proporcionada nas "salas de aula, públicas ou privadas, com 30 ou 40 alunos." Os seus filhos falam cinco línguas, tocam instrumentos musicais e aprendem matemática, ciências, línguas e ética.
Todos os argumentos dos pais foram rejeitados. O Tribunal (em Málaga) respondeu ao pedido do Ministério Público e ordenou a frequência escolar para os menores. O juiz argumentou que a Constituição espanhola "não permite que os pais neguem às crianças o direito e a obrigação de participar no sistema de educação formal."
O tribunal acrescentou que a exclusão do sistema formal pode criar aos menores "sérios problemas no seu futuro desenvolvimento", tanto academicamente (em referência às dificuldades de acesso à universidade) como em termos sociais e de integração com outras crianças da mesma idade.
A decisão foi protegida pelo Tribunal Provincial de Málaga. O Tribunal Constitucional rejeitou hoje o pedido dos pais.
A decisão afirma que "o direito dos pais de escolher para os filhos uma educação fora do sistema de ensino obrigatório por razões de pedagogia não se enquadra em nenhuma das reconhecidas liberdades constitucionais".
Também indica que a Constituição não proíbe ao legislador [o poder] de estabelecer um sistema de ensino básico obrigatório "como um período de matrícula", durante o qual "é excluída a possibilidade" de ensinar os filhos em casa em vez de na escola.
No entanto, observa que a opção da escolaridade obrigatória não é exigida pela Constituição, mas é uma opção legislativa que a Constituição não proíbe e, portanto, "não pode descartar outras opções legislativas para incorporar alguma flexibilidade no sistema de ensino e, em particular, na educação básica. "
Links
Tribunal Constitucional Español contra el homeschooling
This is the end, my friend
Más reacciones a la sentencia del Tribunal Constitucional
La angustia de educar en casa
La Constitución no es suficiente
La sentencia del TC
La violencia legítima del Estado
Sentencia del Tribunal Constitucional
Primeras reacciones ante la sentencia del Tribunal Constitucional
El TC se opone a la libertad de educación.
El Tribunal Constitucional falla en contra del homeschooling
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sábado, 18 de dezembro de 2010
Documentário: Corrida para Lado Nenhum
Já nem me lembro da última vez que tive tempo para ir para o jardim brincar
A escola pressiona tanto que todos os dias acordo cheio de pavor
Receio que os nossos filhos um dia nos levarão para o tribunal por lhes termos roubado a infância e a juventude
Os nossos filhos andam numa correria louca, para serem os mais espertos
Eu perco 6 hrs todas as noites com os trabalhos para casa
Temos de entrar para as melhores escolas
Temos que fazer exames, ser entrevistados
Chegámos a um extremo e estamos todos presos nisto
Para atingir o mais possivel
Se não ganhamos montes de dinheiro é porque algo correu mal
A pressão vem das escolas, dos pais, do governo, mas tem que acabar
Agora temos de ter sucesso, temos de ter boas notas para entrarmos para uma boa escola
A competição é forte
Todos querem que sejamos super heróis
Temos medo dos pais
Porque o meu filho precisa de arranjar emprego
Como é que podemos aprender e ter sucesso quando nem sequer podemos errar?
Mas na corrida para ser o melhor, os nossos filhos estão pagando o preço
Estamos dedicando toda a nossa vida às boas notas
Temos que ser espertos e estar envolvidos nas artes
Tenho treino de futebol todos os dias
E depois, em cima disso tudo, temos que fazer os trabalhos de casa
Produzir, produzir, produzir
é impossível!
Eu não consegui aguentar
Tive episódios de depressão por sentir-me tão inundada
Tive um esgotamento nervoso
Na nossa área 6 jovens suicidaram-se
os nossos alunos estão sob pressão para produzir trabalho; mas não estão sob pressão de aprofundar conceitualmente os seus conhecimentos
Coisas que levam os alunos a pensar são postas de lado
Os miúdos chegam cheios de criatividade e sede de aprender; deixemos de destruir seu espírito
Precisamos repensar o sistema
Precisamos redefinir "sucesso" para as crianças e jovens
O mercado de trabalho precisa de pessoas com pensamento crítico e capacidade de resolver problemas
Precisamos de descobrir como produzir seres humanos felizes, motivados e criativos
Corrida para lado nenhum
Links
Race to Nowhere
Race to Nowhere on Facebook
The Overscheduled Child
Parents Embrace Documentary on Pressures of School
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Urgente: Homeschooler precisa da vossa ajuda
A todos os homeschoolers e aos que se preocupam com os direitos humanos
Em Junho de 2009 Domenic foi retirado à força dos pais porque estes estavam a educá-lo em casa. Depois de irem ao tribunal várias vezes, Christer e a esposa Annie começaram a perder a esperança de virem a ser reunidos com o seu único filho.
[Podem ler mais aqui]
Se têm acompanhado este caso, devem ter ouvido as notícias: o pai de Domenic, Christer Johansson, está na prisão esperando o julgamento, que vai ser no dia 20 de Dezembro de 2010. Ele foi preso depois de levar Domenic para casa depois de uma visita supervisionada. Estas visitas extremamente raras, de cerca de 1 hr a cada 5 semanas e sob vigilância apertada das autoridades, têm tem sido uma tortura para a família, que tem sofrido uma pressão e um estresse psicológico inimaginável. Imaginem só poderem ver os vossos filhos desta forma durante os últimos 18 meses. Os pais nem sequer foram autorizados a ver o filho no dia em que fez anos! Também negaram duas vezes a Christer o direito de escolher o seu próprio representante jurídico.
Nós queremos chamar a vossa atenção para esta questão e mostrar o nosso apoio. Tivémos uma ideia mas precisamos de todo o apoio que podemos obter.
Gostaríamos que vocês, onde quer que estejam no mundo, copiassem o texto sueco abaixo e enviassem uma carta ou postal para o juiz que levará o pai a julgamento no dia 20.
Seu nome e endereço é:
Lagman Mikael Mellqvist
Gotlands tingsrätt
Box 1143
SE-621 22 Visby
SUÉCIA
Ou podem enviar o texto num e-mail e pedir aos vossos amigos e familiares para fazerem o mesmo. O e-mail é:
gotlands.tingsratt@dom.se
Temos esperança que se bombardearmos o tribunal com cartas e e-mails de apoio isso irá demonstrar a força do nosso sentimento em relação a este caso.
Temos muito pouco tempo, por isso enviem por favor os emails o mais depressa possível, se possível assinando o vosso nome e país para dar mais credibilidade às vossas cartas, postais e e-mails.
Segue-se o texto em língua sueca
(para copiarem para um postal, e-mail e / ou carta)
Till Lagman Mikael Mellqvist
Jag är mycket oroad över hur svenska myndigheter och domstolar har behandlat Christer Johansson och över LVU- omhändertagandet av hans son Domenic Johansson.
När Christer måndagen den 22 november 2010 tog med sig Domenic gjorde han en överilad handling.
Han är en kärleksfull far som inte längre kunde stå emot sin längtan efter sonen Domenic, som han bara har fått träffa 1 timme var femte vecka och då alltid övervakad av någon myndighetsperson.
Christer är ingen brottsling, men han har levt under oerhörd psykisk press och stress sedan 1,5 år tillbaka när de sociala myndigheterna beslöt att på ytterst tveksamma grunder tvångsomhänderta hans barn.
Jag vädjar till Er att låta Christer Johansson slippa straff och att ni respekterar de mänskliga rättigheterna som stadgas i Europakonventionen.
Vänligen, ____________ _________ _________ __
Tradução do texto
Estou extremamente preocupado com a forma como as autoridades e os tribunais suecos estão
a tratar Christer Johansson e com as circunstâncias do rapto à força do seu filho Domenic pelos Serviços Sociais de Gotland.
Quando Christer decidiu levar o filho para casa nesta segunda-feira 22 de Novembro de 2010, essa foi a acção de um homem que tinha sido levado ao desespero.
Christer é um pai carinhoso que já não conseguia tolerar viver sem o seu único filho, Domenic. Um filho que só podia ver durante 1 hora de cinco em cinco semanas, e sempre sob a supervisão das autoridades.
Christer Johansson não é um criminoso, mas teve que suportar uma pressão e um estresse psicológico enorme durante 1 ano e meio, desde que a Assistência Social lhe retirou o filho com os mais fracos pretextos.
Peço respeitosamente que respeite os Direitos Humanos de Christer Johansson em conformidade com a Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Por favor certifique-se que seja feita justiça e que Christer Johansson seja libertado sem mais punição.
Respeitosamente,
Sr/Sra xxx
Obrigado pelo vosso apoio.
Fonte
Link: Swedish government’s 18-month-long seizure of 9-year-old boy pushing parents to emotional brink
Em Junho de 2009 Domenic foi retirado à força dos pais porque estes estavam a educá-lo em casa. Depois de irem ao tribunal várias vezes, Christer e a esposa Annie começaram a perder a esperança de virem a ser reunidos com o seu único filho.
[Podem ler mais aqui]
Se têm acompanhado este caso, devem ter ouvido as notícias: o pai de Domenic, Christer Johansson, está na prisão esperando o julgamento, que vai ser no dia 20 de Dezembro de 2010. Ele foi preso depois de levar Domenic para casa depois de uma visita supervisionada. Estas visitas extremamente raras, de cerca de 1 hr a cada 5 semanas e sob vigilância apertada das autoridades, têm tem sido uma tortura para a família, que tem sofrido uma pressão e um estresse psicológico inimaginável. Imaginem só poderem ver os vossos filhos desta forma durante os últimos 18 meses. Os pais nem sequer foram autorizados a ver o filho no dia em que fez anos! Também negaram duas vezes a Christer o direito de escolher o seu próprio representante jurídico.
Nós queremos chamar a vossa atenção para esta questão e mostrar o nosso apoio. Tivémos uma ideia mas precisamos de todo o apoio que podemos obter.
Gostaríamos que vocês, onde quer que estejam no mundo, copiassem o texto sueco abaixo e enviassem uma carta ou postal para o juiz que levará o pai a julgamento no dia 20.
Seu nome e endereço é:
Lagman Mikael Mellqvist
Gotlands tingsrätt
Box 1143
SE-621 22 Visby
SUÉCIA
Ou podem enviar o texto num e-mail e pedir aos vossos amigos e familiares para fazerem o mesmo. O e-mail é:
gotlands.tingsratt@dom.se
Temos esperança que se bombardearmos o tribunal com cartas e e-mails de apoio isso irá demonstrar a força do nosso sentimento em relação a este caso.
Temos muito pouco tempo, por isso enviem por favor os emails o mais depressa possível, se possível assinando o vosso nome e país para dar mais credibilidade às vossas cartas, postais e e-mails.
Segue-se o texto em língua sueca
(para copiarem para um postal, e-mail e / ou carta)
Till Lagman Mikael Mellqvist
Jag är mycket oroad över hur svenska myndigheter och domstolar har behandlat Christer Johansson och över LVU- omhändertagandet av hans son Domenic Johansson.
När Christer måndagen den 22 november 2010 tog med sig Domenic gjorde han en överilad handling.
Han är en kärleksfull far som inte längre kunde stå emot sin längtan efter sonen Domenic, som han bara har fått träffa 1 timme var femte vecka och då alltid övervakad av någon myndighetsperson.
Christer är ingen brottsling, men han har levt under oerhörd psykisk press och stress sedan 1,5 år tillbaka när de sociala myndigheterna beslöt att på ytterst tveksamma grunder tvångsomhänderta hans barn.
Jag vädjar till Er att låta Christer Johansson slippa straff och att ni respekterar de mänskliga rättigheterna som stadgas i Europakonventionen.
Vänligen, ____________ _________ _________ __
Tradução do texto
Estou extremamente preocupado com a forma como as autoridades e os tribunais suecos estão
a tratar Christer Johansson e com as circunstâncias do rapto à força do seu filho Domenic pelos Serviços Sociais de Gotland.
Quando Christer decidiu levar o filho para casa nesta segunda-feira 22 de Novembro de 2010, essa foi a acção de um homem que tinha sido levado ao desespero.
Christer é um pai carinhoso que já não conseguia tolerar viver sem o seu único filho, Domenic. Um filho que só podia ver durante 1 hora de cinco em cinco semanas, e sempre sob a supervisão das autoridades.
Christer Johansson não é um criminoso, mas teve que suportar uma pressão e um estresse psicológico enorme durante 1 ano e meio, desde que a Assistência Social lhe retirou o filho com os mais fracos pretextos.
Peço respeitosamente que respeite os Direitos Humanos de Christer Johansson em conformidade com a Convenção Europeia dos Direitos Humanos. Por favor certifique-se que seja feita justiça e que Christer Johansson seja libertado sem mais punição.
Respeitosamente,
Sr/Sra xxx
Obrigado pelo vosso apoio.
Fonte
Link: Swedish government’s 18-month-long seizure of 9-year-old boy pushing parents to emotional brink
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Rússia: Boas notícias para os Homeschoolers
Em Agosto de 2010, soubemos de um projecto-lei sobre a educação que, se fosse implementado, teria eliminado a possibilidade de aprender em casa na Rússia. Centenas de famílias russas uniram-se imediatamente e, juntamente com homeschoolers de todo o mundo, pediram, com sucesso, ao governo russo que continuasse a reconhecer o ensino doméstico. Uma nova organização inter-regional pública, "Pelos Direitos da Família", conduziu esta defesa do ensino domiciliar na Rússia.
Quando esta proposta para alterar a legislação foi introduzida pela primeira vez, os homeschoolers e os grupos de defesa dos direitos da família na Rússia ficaram alarmados com a ausência de linguagem para proteger os direitos dos pais. Além disso, qualquer menção ao homeschooling, conhecido por "educação familiar" na Rússia, havia desaparecido na nova lei.
Agora, o governo russo fez o lançamento oficial do texto da proposta lei de educação para discussão online. Graças aos esforços dos defensores do ensino doméstico, a lei foi alterada de modo significativo. A lei publicada foi "melhorada com base nas diversas propostas", afirmou o Ministério Russo da Educação.
Pavel Parfentiev, presidente de Pelos Direitos da Família, explica que as mudanças mais importantes incluem:
1. Explícita inclusão da educação familiar como opção para o ensino pré-escolar e o ensino obrigatório; e a
2. Remoção do ensino pré-escolar obrigatório.
"Graças a Deus e a todos que nos ajudaram", afirma Parfentiev. "O retorno da educação familiar na proposta de lei é certamente uma victória."
Embora o texto ainda possa vir a ser mudada no parlamento, Parfentiev acha que os homeschoolers russos têm razões para acreditar que o homeschooling permanecerá na nova lei. Disse que o parlamento tornou-se mais consciente dos homeschoolers. Durante o debate parlamentar em Outubro, o presidente da Comissão de Educação disse que o comitê havia recebido muitas cartas de cidadãos sobre o tema da educação familiar. Parece que as autoridades russas ficaram impressionadas com a actividade das famílias-homeschoolers em resposta às recentes circunstâncias.
Grupos de defesa da família continuam a trabalhar diligentemente para monitorar e alterar diversos outros pontos da proposta legislação relacionados com os direitos dos pais. Esses pontos incluem a exigência de que homeschoolers sejam avaliados anualmente em escolas locais, e a ausência do direito de influenciar os programas de educação religiosa e sexual nas escolas. Estão também trabalhando muito a nível local a fim de diminuirem a regulamentação para os homeschoolers.
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Quando esta proposta para alterar a legislação foi introduzida pela primeira vez, os homeschoolers e os grupos de defesa dos direitos da família na Rússia ficaram alarmados com a ausência de linguagem para proteger os direitos dos pais. Além disso, qualquer menção ao homeschooling, conhecido por "educação familiar" na Rússia, havia desaparecido na nova lei.
Agora, o governo russo fez o lançamento oficial do texto da proposta lei de educação para discussão online. Graças aos esforços dos defensores do ensino doméstico, a lei foi alterada de modo significativo. A lei publicada foi "melhorada com base nas diversas propostas", afirmou o Ministério Russo da Educação.
Pavel Parfentiev, presidente de Pelos Direitos da Família, explica que as mudanças mais importantes incluem:
1. Explícita inclusão da educação familiar como opção para o ensino pré-escolar e o ensino obrigatório; e a
2. Remoção do ensino pré-escolar obrigatório.
"Graças a Deus e a todos que nos ajudaram", afirma Parfentiev. "O retorno da educação familiar na proposta de lei é certamente uma victória."
Embora o texto ainda possa vir a ser mudada no parlamento, Parfentiev acha que os homeschoolers russos têm razões para acreditar que o homeschooling permanecerá na nova lei. Disse que o parlamento tornou-se mais consciente dos homeschoolers. Durante o debate parlamentar em Outubro, o presidente da Comissão de Educação disse que o comitê havia recebido muitas cartas de cidadãos sobre o tema da educação familiar. Parece que as autoridades russas ficaram impressionadas com a actividade das famílias-homeschoolers em resposta às recentes circunstâncias.
Grupos de defesa da família continuam a trabalhar diligentemente para monitorar e alterar diversos outros pontos da proposta legislação relacionados com os direitos dos pais. Esses pontos incluem a exigência de que homeschoolers sejam avaliados anualmente em escolas locais, e a ausência do direito de influenciar os programas de educação religiosa e sexual nas escolas. Estão também trabalhando muito a nível local a fim de diminuirem a regulamentação para os homeschoolers.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Bolo Dundee
Tantos anos no Reino Unido e ainda não tinha experimentado o Bolo Dundee! Li algures que a origem deste bolo remonta ao século XIX, altura em que o bolo de fruta era popular. Os Keiller, de Dundee, uma cidade na Escócia, resolveram vender uma versão com amêndoas no topo. Isso deu um novo sabor e visual ao bolo que os ingleses comem nesta época do Natal, nascendo assim o Dundee Cake. Visualizar receita aqui.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Jovem cantora educada em casa
Myrna cantando Cash
Gravado ao vivo em Bradford, RU, Augusto de 2009
Myrna aprende sem escola :-)
Bruno Mazzeo está fazendo escola em casa
Li, aqui, que o actor brasileiro Bruno Mazzeo, durante o lançamento do seu livro sobre o Vasco no Rio, fez questão de mostrar que está fazendo escola em casa.
Li também, aqui, que na Espanha
Fuentes Zorita sigue haciendo camino en el andar de sus razonamientos, producto de su mente analítica y de su esfuerzo en el trabajo ordenado, consecuencia a su vez de la educación recibida. No fue al colegio hasta los 9 años de edad, pero cuando se incorporó iba bastante más avanzado que el resto de la clase y consiguió una beca para estudiar bachiller.
El secreto no era otro que el de tener la escuela en casa: su madre, maestra de la República y represaliada por el régimen franquista, se ocupó junto a su abuelo (también maestro) de su enseñanza. El resultado fue un expediente académico brillante y una curiosidad que le llevó a estudiar Económicas y Sociología durante las vacaciones, entre curso y curso (...) O sea que le músculo del cerebro lo tiene bien entrenado.
Educado en la lógica y el análisis y con altas dosis de intuición, no distorsiona su mente queriendo acelerar el ritmo de los acontecimientos, así que vive el presente y mira al futuro sin temor.
Li também, aqui, que na Espanha
Fuentes Zorita sigue haciendo camino en el andar de sus razonamientos, producto de su mente analítica y de su esfuerzo en el trabajo ordenado, consecuencia a su vez de la educación recibida. No fue al colegio hasta los 9 años de edad, pero cuando se incorporó iba bastante más avanzado que el resto de la clase y consiguió una beca para estudiar bachiller.
El secreto no era otro que el de tener la escuela en casa: su madre, maestra de la República y represaliada por el régimen franquista, se ocupó junto a su abuelo (también maestro) de su enseñanza. El resultado fue un expediente académico brillante y una curiosidad que le llevó a estudiar Económicas y Sociología durante las vacaciones, entre curso y curso (...) O sea que le músculo del cerebro lo tiene bien entrenado.
Educado en la lógica y el análisis y con altas dosis de intuición, no distorsiona su mente queriendo acelerar el ritmo de los acontecimientos, así que vive el presente y mira al futuro sin temor.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Natal sem Compras
Temendo a temporada de férias?
O stress e as correrias frenéticas?
As listas enormes de prendas e coisas a fazer?
As horas desperdiçadas nos shoppings atafulhados de espíritos famintos?
Este ano, que tal reunir amigos e familiares e decidir fazer as coisas de forma diferente?
Que tal aproveitarmos o espírito do dia sem compras e celebrarmos o Natal sem compras?
Aqui, é o que vamos tentar fazer ;-)
E vocês, teriam coragem de viver um Natal sem compras?
Ou preferem ser um bom consumidor (abre vídeo)?
[Adaptado daqui]
O stress e as correrias frenéticas?
As listas enormes de prendas e coisas a fazer?
As horas desperdiçadas nos shoppings atafulhados de espíritos famintos?
Este ano, que tal reunir amigos e familiares e decidir fazer as coisas de forma diferente?
Que tal aproveitarmos o espírito do dia sem compras e celebrarmos o Natal sem compras?Aqui, é o que vamos tentar fazer ;-)
E vocês, teriam coragem de viver um Natal sem compras?
Ou preferem ser um bom consumidor (abre vídeo)?
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domingo, 12 de dezembro de 2010
Homeschooling de bicicleta
Família vai de bicicleta do Alasca até Ushuaia
A família Vogel decidiu atravessar o continente americano para passarem mais tempo juntos.
"Os meus filhos estudam matemática, história ou as características dos lugares que vamos visitando e depois escrevem sobre o que aprenderam. Queremos, acima de tudo, que aprendam como é que as pessoas vivem normalmente, e que se vão apercebendo que os estilos de vida vão mudando à medida que vamos avançando", disse Nancy.
No blog da família, que registra o dia-a-dia desta expedição pela América, John e a esposa falam sobre a aprendizagem fora da escola, que chamam de homeschooling na estrada:
"Infelizmente, o nosso sistema escolar tende a ignorar a curiosidade das crianças e torna a aprendizagem chata, repetitiva e irrelevante. Por isso, nas nossas viagens, temos feito esforços para capitalizar a propensão natural dos nossos filhos para a aprendizagem. Às vezes fazemos desvios para visitar lugares históricos e científicos para despertar o senso de curiosidade dos nossos filhos. Desta forma, não perderam a alegria de aprender. "
Ler o artigo aqui.
A família Vogel decidiu atravessar o continente americano para passarem mais tempo juntos.
"Os meus filhos estudam matemática, história ou as características dos lugares que vamos visitando e depois escrevem sobre o que aprenderam. Queremos, acima de tudo, que aprendam como é que as pessoas vivem normalmente, e que se vão apercebendo que os estilos de vida vão mudando à medida que vamos avançando", disse Nancy.
No blog da família, que registra o dia-a-dia desta expedição pela América, John e a esposa falam sobre a aprendizagem fora da escola, que chamam de homeschooling na estrada:
"Infelizmente, o nosso sistema escolar tende a ignorar a curiosidade das crianças e torna a aprendizagem chata, repetitiva e irrelevante. Por isso, nas nossas viagens, temos feito esforços para capitalizar a propensão natural dos nossos filhos para a aprendizagem. Às vezes fazemos desvios para visitar lugares históricos e científicos para despertar o senso de curiosidade dos nossos filhos. Desta forma, não perderam a alegria de aprender. "
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Criança sobredotada aprende em casa
Mais um artigo sobre o ensino doméstico para crianças sobredotadas aqui. Deixo-vos um pequeno trecho:
Aos 18 meses, Clayton adorava jogos e puzzles como a maioria das crianças (...) Aos 2 anos de idade, aprendeu a ler sozinho, e por volta dos 3 já escrevia.
Clayton, que agora tem 11 anos, usou seu cérebro dotado para ajudar a equipe dos Estados Unidos, composta por crianças entre os 8 e os 13 anos, a atingir o nono lugar (eram 33 equipes) na Competição Mundial de Matemática em Pequim, na China, que teve lugar entre 25 e 28 de Novembro.
Clayton disse que adora aprender em casa, mesmo sabendo que esta não é a forma como as crianças normalmente aprendem.
"A minha parte preferida (de ser educado em casa) é ter o poder de ajustar a aprendizagem ao meu estilo de aprendizagem e aprender ao meu próprio ritmo", disse ele.
Aos 18 meses, Clayton adorava jogos e puzzles como a maioria das crianças (...) Aos 2 anos de idade, aprendeu a ler sozinho, e por volta dos 3 já escrevia.
Clayton, que agora tem 11 anos, usou seu cérebro dotado para ajudar a equipe dos Estados Unidos, composta por crianças entre os 8 e os 13 anos, a atingir o nono lugar (eram 33 equipes) na Competição Mundial de Matemática em Pequim, na China, que teve lugar entre 25 e 28 de Novembro.
Clayton disse que adora aprender em casa, mesmo sabendo que esta não é a forma como as crianças normalmente aprendem.
"A minha parte preferida (de ser educado em casa) é ter o poder de ajustar a aprendizagem ao meu estilo de aprendizagem e aprender ao meu próprio ritmo", disse ele.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Momentos musicais e encontros multiculturais
Ontem: mais um encontro inter-religioso
em que tive a oportunidade de partilhar momentos musicais acompanhada por um representante da tradição sikh. O resto da congregação, que não se vê na foto, cerca de 30 pessoas de todas as religiões ou nenhuma, também participou, cantando o mantra da compaixão. Só foi pena não terem estado presentes os seguidores da religião Jedi!
Foi a primeira vez que toquei o harmonium em público - bem gostava que os sikhs me ensinassem os diversos ragas que usam! Antes, só mesmo em casa, na privacidade do lar,
onde me vou divertindo, fazendo experiências com os efeitos especiais incluidos no Image Zone...
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Suécia prende pai-homeschooler
Ainda bem que não vivemos na Suécia!
Podem ler sobre este caso aqui e aqui.
Christer Johansson, pai de Domenic Johansson, de 9 anos de idade, e marido de Annie Johansson, foi recentemente preso pelas autoridades suecas.
Mais informação aqui.
Ruby Harrold-Claesson, famosa advogada especializada em direitos humanos internacionais e presidente do Comité Nórdico para os Direitos Humanos, disse que "nunca tinha visto durante os seus 20 anos de prática um caso tão mal tratado."
"O governo não devia raptar e aprisionar crianças simplesmente por não gostar do homeschooling. Isso é exatamente o que aconteceu aqui", disse Roger Kiska, conselheiro jurídico do Alliance Defense Fund, que é baseado na Europa. "Apesar da decisão imprudente por parte do Sr. Johansson, a única ameaça aqui é o governo bêbado com seu próprio poder. Esta triste circunstância é o que acontece quando um governo todo-poderoso leva um pai ao ponto do desespero, por isso os serviços sociais não deviam fingir estar surpreendidos. "
Continua AQUI.
Ver também:
Preso pai de menino raptado pelo governo da Suécia
Homeschooling father of state-abducted child jailed in Sweden
Podem ler sobre este caso aqui e aqui.
Christer Johansson, pai de Domenic Johansson, de 9 anos de idade, e marido de Annie Johansson, foi recentemente preso pelas autoridades suecas.
Mais informação aqui.
Ruby Harrold-Claesson, famosa advogada especializada em direitos humanos internacionais e presidente do Comité Nórdico para os Direitos Humanos, disse que "nunca tinha visto durante os seus 20 anos de prática um caso tão mal tratado."
"O governo não devia raptar e aprisionar crianças simplesmente por não gostar do homeschooling. Isso é exatamente o que aconteceu aqui", disse Roger Kiska, conselheiro jurídico do Alliance Defense Fund, que é baseado na Europa. "Apesar da decisão imprudente por parte do Sr. Johansson, a única ameaça aqui é o governo bêbado com seu próprio poder. Esta triste circunstância é o que acontece quando um governo todo-poderoso leva um pai ao ponto do desespero, por isso os serviços sociais não deviam fingir estar surpreendidos. "
Continua AQUI.
Ver também:
Preso pai de menino raptado pelo governo da Suécia
Homeschooling father of state-abducted child jailed in Sweden
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